
E ele olhou para mim desconfiado. Não acreditando muito na história que eu estava ali a inventar à pressão. E eu contava-lhe um conto de uma queda mal amanhada, provavelmente, fisicamente impossível, e ele olhava-me com olhitos incrédulos e fazia-me festinhas na cara e eu sorria e, por dentro, ria. Ria porque o imaginava daqui a uns anos a contar-me uma história do género e quase via o meu olhar incrédulo quando chegasse a minha vez de ser eu no lugar dele.
Sem comentários:
Enviar um comentário