Agora que toda a gente já falou mal do dia de S. Valentim enquanto exibia os relógios que tinha recebido de seus mais-que-tudo, vamos lá falar de coisas sérias...
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Já se passaram mais de 15 anos...
Mas continuo a desejar que as pulgas de 1000 camelos ataquem a zona anal da pessoa que pediu emprestado o cd da banda sonora do Romeu & Julieta do Baz Luhrmann e me devolveu apenas a caixa. E, qual tiranossaurus rex, espero que os bracinhos dessa pessoa sejam mínimos...
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Are you the maid of honor????
Já cá cantam os vestidos das minhas bridesmaids. Como está a correr?
Basicamente, é isto. Acho que só ficariam mais Amys se eu lhes oferecesse o que quer que elas achem equivalente a uma tiara...
(Mas que ficam lindas de morreri, ficam... Ou, pelo menos, de deixarem pessoas gravemente doentes...)
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
A farta cabeleira?
É de Picolé, pois está claro! E porquê? Perguntam vocês e a professora dele.
Porque quer ficar com o cabelo como o Harry dos One Direction. Sim... Tem 8 anos e eu vou ter uma adoslecência (dele) tramada.
Eu podia casar assim... - 7
Mas aposto que Picolé também recusava a vestir de menina das alianças... Má vontade! Estou rodeada de má vontade!
Não, Menino... Estás enganado...
Aquele grande fofuxo que é o Menino de Sua Mãe no outro dia escrevia sobre o amor durante as tempestades. E atirava para ali ideias que na tempestade é que se sabe que é amor e depois talvez não, que é mas é quando somos felizes e vice-versa e ao contrário.
É nestas alturas que me apetece chamar-lhes Meninos porque, cá do meu velho bloco de gelo, o que me parece é que é fácil haver amor numa tempestade e fácil haver numa altura de grande felicidade. O que me parece mais verosímil , e verdadeiro teste do trigo e do joio, é descobrir o amor na rotina, no dia-a-dia, na modorra do passar do tempo igual.
Amar alguém descobre-se na discussão do saco do lixo que nunca é esvaziado. Na eterna luta com o rolo de papel higiénico que não é substituido. Na companhia que se faz ao outro quando passa a ferro. Amar alguém de verdade descobre-se nos pequenos nadas que preenchem a maior parte dos nossos dias.
Eu amo quem me dá a mão numa tempestade. Sou grata por isso. Quero-o ao meu lado.
Eu amo quem me faz feliz e saborear o algodão doce das nuvens. Sinto-me especial por isso. Quero-o ao meu lado.
Esse é um amor fácil. Mas, felizmente e infelizmente respectivamente, esses estados são passageiros.
Eu quero amar e quem me ame num dia nublado. Sem história. Igual a milhares deles. Quero amar quem me traz uma bola de berlim com creme extra quando tenho TPM. Quero que me amem quando ando a resmungar que há pregos e parafusos por todo o lado porque se nao arrumo, ninguém arruma.
Não há felicidade extravazante em pregos e parafusos e também não há tempestades na TPM, mas pode haver amor. O amor que nasce e floresce apesar de não haver tempestades nem estrelas nos olhinhos. O amor que nasce de mãos dadas a olhar para uma parede depois de uma discussão sobre papel higiénico.
E esse amor, Menino, quer-me parecer, cá do meu velho bloco de gelo, que é capaz de ser o que faz com que só se queira uma pessoa para atravessar uma tempestade e só uma para nos levar às nuvens. Esse amor é aquele que, por muitos ombros que nos ofereçam nas tempestades, nos faz distinguir entre partes de anatomia e sentimentos verdadeiros.
Amar alguém descobre-se na discussão do saco do lixo que nunca é esvaziado. Na eterna luta com o rolo de papel higiénico que não é substituido. Na companhia que se faz ao outro quando passa a ferro. Amar alguém de verdade descobre-se nos pequenos nadas que preenchem a maior parte dos nossos dias.
Eu amo quem me dá a mão numa tempestade. Sou grata por isso. Quero-o ao meu lado.
Eu amo quem me faz feliz e saborear o algodão doce das nuvens. Sinto-me especial por isso. Quero-o ao meu lado.
Esse é um amor fácil. Mas, felizmente e infelizmente respectivamente, esses estados são passageiros.
Eu quero amar e quem me ame num dia nublado. Sem história. Igual a milhares deles. Quero amar quem me traz uma bola de berlim com creme extra quando tenho TPM. Quero que me amem quando ando a resmungar que há pregos e parafusos por todo o lado porque se nao arrumo, ninguém arruma.
Não há felicidade extravazante em pregos e parafusos e também não há tempestades na TPM, mas pode haver amor. O amor que nasce e floresce apesar de não haver tempestades nem estrelas nos olhinhos. O amor que nasce de mãos dadas a olhar para uma parede depois de uma discussão sobre papel higiénico.
E esse amor, Menino, quer-me parecer, cá do meu velho bloco de gelo, que é capaz de ser o que faz com que só se queira uma pessoa para atravessar uma tempestade e só uma para nos levar às nuvens. Esse amor é aquele que, por muitos ombros que nos ofereçam nas tempestades, nos faz distinguir entre partes de anatomia e sentimentos verdadeiros.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Se a estupidez desse direito a Prémio Nobel, não havia estantes no Ikea que me chegassem
Pessoa decide aconchegar-se a ler. Pessoa bota lunetas de leitura e conclui que só lhe falta ir buscar o marcador de livros que sobrinha adolescente lhe deu no Natal para marcar em que página vai no livro que está a ler...
NO KINDLE!!!
Como sei que estou velha?
Quando olho pelo espelho retrovisor e vejo Picolé no banco de trás, já sem cadeirinha nem banco nem porra nenhuma...
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Eu podia casar assim... - 5
Primeiro, foi o vestido que escolhi. Tivesse eu insistido nele e acabaria a casar nua porque já me estava a ver a chegar ao dia, com os nervos, as gaijas a tentarem enfiar-me nele e eu a fugir. E no remotissimo caso de eu o conseguir vestir, noivo teria que ir equipado com tesoura de podar para me tirar de lá!
Depois, decidi for something completely different e fiquei em paz.
Vanos lá acertar as agulhas com os vestidos de minhas bridesmaids... Eu escolhi. e não é que elas vetaram? É como vos digo; isto é uma luta solitária em que ninguém colabora!
Lá se organizou uma conference call altamente internacional e com jeitinho lá se escolheram vestidos (minhas grandes cabras que iam ficar tão lindas no mini-vestido de folhos, mas não... Ai que tem côdea... Ai que tem espinhas...).
Vai noiva deligentissima encomendar os vestidos e não é que se esgotaram em dois dias? E o que tive que suar as estopinhas para os encontrar noutro sitio? Até na Polónia procure, senhores. Polónia!!!
Seja como for, vestidos estão tratados. Falta só chegarem as nossas mãos (ou corpos...).
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Procrastination thy name is Ice Berg
Desapareceu-se-me a régua que me facilitava o cortar do x-acto. Tenho outra? Tenho...
Não sei como se enfia o papel na guilhotina do gaijo cá de casa. Só mesmo um homem para comprar uma guilhotina onde não se consegue enfiar o papel...
Já imprimi os convites e as etiquetas. Depois da lista fechada e decidida, claro que temos 69 convidados. Não podia ser de outra maneira.
Tenho que escolher o bolo...
Tenho que escolher comida...
Decidi escrever posts...
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Sim, estamos todos vivos!
Dezembro foi mês de arrumações, de Natal, de namoro, de montar legos, de muitas crianças. O ano acabou e tudo continuou em reboliço. Agora que começa tudo a voltar à normalidade possível, começo a ganhar algum tempo.
Este ano, não houve balanços nem desejos. Tenho tudo o que preciso e isso basta-me*. Aliás, o que poderia desejar chegou a 9 de Janeiro com a minha neurologista a dizer que estou óptima, que só precisa de me ver daqui a um ano e que daqui a pouco mais de um mês posso reduzir a medicação. Aqui esta pessoinha não precisa de mais nada mesmo.
Aliás, precisar, precisava de um vestido para casar mas tenho para mim que isso também se há-de arranjar. Se não arranjar, também já decidi que caso com um bonito penteado, mui bem maquilhada, lingerie fantástica, sapatos de cortar a respiração e uma simples t-shirt a dizer Chimarrão ou assim...
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| É que nem precisava de ser tão sofisticado! |
*Excepto o cesto do lixo para o escritório e o espremedor de alhos que foram as únicas coisas que pedi para o Natal e ninguém me deu, pá!
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Amor é...
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"Tu tens menos celulite que a Scarlett Johansson! Com a adicional que o teu rabo é mais giro!"
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