quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Este Natal...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
E não é que estamos naquela altura do ano em que se fazem os balanços?
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Dos homens que escrevem bem
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Todos os Natais...
sábado, 26 de novembro de 2011
Red Roses
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Roberto Carneiro, tendes todo o meu respeito...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Será aquela história do Homem ser o único animal com a capacidade de tropeçar duas vezes na mesma pedra?
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Os dias nesta calota polar
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Obrigada, Universo!
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
"Just an angel inside a devil inside a wolf in sheep's clothing. That's what you are..."
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Sabemos que chegámos à meia idade quando...
Ele há dias em que isto merecia tradução simultânea
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Eu podia dizer isto que podia...
Dos trabalhos de casa
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
The bar is open!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Com 2 minutos de intervalo...
terça-feira, 6 de setembro de 2011
"Not from a Jedi..."
Ontem, perguntaste-me ao telefone se eu agora já queria que ele me fosse fiel. E eu queria-te explicar mas não dava. Havia gente a interromper, demasiado ruido. Foi então que me lembrei deste post começado e atirado para os rascunhos, à espera de vir à luz do dia.
Há coisas que pensamos que aprendemos com uma grande paixão mas não aprendemos. Os grandes amores desesperados e grandes paixões toldam-nos a capacidade de assimilação. Ficamos perdidos no 'quero', no 'preciso', no 'já'. Aprendemos com eles, sim, mas depois deles.
E, um dia, acordamos no meio do processo de aprendizagem depois da turbulência de uma dessas coisas, ainda magoados com o que não vimos no meio da mesma e que só estamos a apreender agora, e vimos que há outras pessoas. Pessoas diferentes. Pessoas que não querem que sejas assim ou assado mas, sim, que sejas aquilo que és. No bom e no mau. Pessoas que a única coisa que te pedem é honestidade e aceitam-na quando o és. Ainda que essa verdade não seja o que querem e desejam ouvir.
E chega aquele momento em que tentas boicotar aquela cena toda. Porque tu achas que já sabes como vai acabar, portanto, para quê perder tempo, não é? E a resposta é que o teu mal é falta de cafeína e te servem café com flores em volta da chávena porque não há antídoto melhor para gaijas cobardes do que o mais kitch dos gestos.
Mas toda a gente sabe que eu sou teimosa, logo, vamos lá abrir as portas de saída todas, incluindo as de emergência, e dizer logo à partida que: meu amigo, és livre de fazeres o que entenderes e aqui não há espaço para cobranças e pedidos de explicações. (Vamos lá esticar a cordinha, sim?)
E respondem-te que sim. Que sabem disso. Que podem sair naquele exacto momento em busca de outra mulher qualquer e embrulharem-se na mais fantástica recriação do Kama Sutra. Que nunca dissemos um ao outro que não éramos livres de o fazer, nem acordámos nunca não o fazer, por isso essa liberdade está intocada. No entanto, existe uma motivação maior e mais interesse em passar tempo contigo, em conhecer-te melhor, em falar contigo do que em propriamente tudo o resto.
E tu ai percebes aquilo que sempre intuiste mas ninguém te verbalizou: a fidelidade, a entrega exclusiva, é dada. Não é algo que se possa pedir ou exigir de outro. É algo que o outro te entrega. E tu fazes com isso o que bem te aprouver.
Como vês, estou numa fase de aprendizagem. Agora, só me falta descobrir o que me apraz fazer com isso. Mas posso dizer-te que passei 48h sem fazer comparações e sem pensar no passado...
(Oh pá, e um gaijo mais inteligente que nós é um turn-on do caraças. E tu sabes que há poucos. Muito poucos...)



















