sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Eu devo ter batido com a cabeça...

Nunca teria acreditado se me dissessem que eu usaria um vestido vermelho no dia-a-dia.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Teenage dream

Eu decretei que se o Verão passado foi um verão de adolescente, este seria muito pior.
Há pouco, dei por mim a descrever, a uma das irmãs mais novas, o que se passava da seguinte forma:

Imagina um filme de Domingo à tarde. Há a Cheerleader, o Capitão da Equipa aka Jock e depois há o Nerd da turma que está, invariavelmente, apaixonado pela Cheerleader. Ora, a Cheerleader anda sempre com o Jock por quem é obcecada mas nutre uma especial simpatia pelo Nerd. Et voilá, a minha vida. Tanto disse que queria um Verão de adolescente, que me saiu o clichê completo! 

domingo, 7 de agosto de 2011

J-U-S-T-I-F-I-C-A-Ç-Õ-E-S

Ninguém me pede para justificar nada, portanto, não o faço. Também não peço que o faço. Vejo fazerem-no dia após dias. Dizem-me onde vão, com quem, porquê. Passado 5 minutos do reaparecimento do Senhor-Não-Quero-Ter-Que-Dar-Justificações-A-Ninguém, também ele me está a dar explicações. Também neste caso eu não as peço e, muito menos, alguma vez as dei.

Mas aqui, neste cantinho, sou honesta comigo mesma. Aqui eu posso dizer que me aconteceu o que nunca tinha acontecido antes. Eu sempre fui boa a compartimentar. A separar as águas.

Mas, aqui, eu posso dizer que pensei nesta música, várias vezes, hoje...


"Cause when I'm with him I am thinking of you
Thinking of you
What you would do if you were the one
Who was spending the night
Oh I wish that I was looking into your eyes

You're like an Indian summer in the middle of winter
Like a hard candy with a surprise center
How do I get better once I've had the best
You said there's tons of fish in the water
So the waters I will test"

É por estas e por outras que eu me odeio pelos posts que tenho para escrever a seguir.

E meia-hora depois da conversa do post abaixo, quando, finalmente, o cavaleiro andante chega ao pé de mim, eu resmungo que tenho fome.

Do porta-luvas, saiu uma igual à da fotografia acompanhada apenas da frase: "Calculei que sim".

sábado, 6 de agosto de 2011

Embrulha...

Onde estás, Ice Maria?

Tenho que chamar a assistência. Eles não conseguem resolver.

Ok. Estou a meia-hora daí...

Era suposto estares a duas horas. Alguém te pediu para te armares em
cavaleiro andante?

Ninguém. Havia duas hipóteses. Ou ia ter contigo a um sítio onde não
estavas e esperava não sei quanto tempo até lá chegares ou ia
buscar-te. Eu não tomo as decisões por ti mas tu também não mandas nas
minhas. E eu decidi ir buscar-te. A decisão de vires comigo ou não,
vai ser tua.

A grande aventura

Não, não quero que me venhas buscar. Encontramos-nos lá. Quero uma
aventura on the road sozinha. É que nem vou ver o melhor caminho. Vou
às cegas.

Passaram quase três horas desde que saí de casa. Estou a menos de cem
quilómetros. A minha grande aventura é neste momento partilhada por um
colectivo de mecânicos que a pessoa a quem eu disse que queria estar
sozinha me arranjou. E gozam-me. Como me gozam mas eu não dou a parte
fraca. Queria uma aventura on the road e, por Toutanis, estou a tê-la!

Se ao menos eu conseguisse perceber o que sinto...




"Ellie: Can I hold your hand?
Carl: No.
Ellie: But why?
Carl: Because it’ll hurt when you let go."

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

"O que eu quero é que me leves contigo. Eu quero-te a ti."

E eu já apagava esta frase da memória, não? Eu, hoje, não preciso desta frase. Definitivamente, não preciso desta frase... 

Se houvesse um botão de 'delete' no cérebro, hoje, era esta parte que eu apagava... Talvez assim eu me conseguisse concentrar (única e exclusivamente) no fascínio que causo em certas e determinadas pessoas. Mas depois penso: o mesmo fascínio que causei em... E, fosga-se, não é que é o mesmo? Loop...

Isto, hoje, está a correr mesmo bem. Está, está... Mas aquele filho-de-uma-grandessíssima-puta-fora-a-mãe-que-não-tem-culpa-nenhuma-do-filho-que-tem tinha mesmo que ter reaparecido agora???

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Today in planet My Life...

I said yes. I finally said a clear yes. I said yes to him two hours before Big tried to speak to me for the first time in two months.
I don't know a rats ass about dating geeks. But I sure as hell have a fucking master's degree in Irony and a fucking phd in Karma.

2 weeks ago in planet My Life...

"Would you consider dating a guy like me?"
 
Adele's "Don't you remember' was playing in the background and I felt like crying. Because I knew that he didn't meant to talk about a guy like him. He was talking about him. Because I actually like him. Because I wanted to say yes. But I still remember. And I hate Big for that.
 
I hate him for raising the stakes. For ruining the words for me. The music. The feelings. I hate him for ruining first kisses and entire sentences that used to sound so well.
 
I felt like crying because I wanted to say yes and, instead, I said: "I'm not sure. I'd have to think about it. You know, I'm a bit shallow. Your regular chearleader surrounded by jocks. I don't know a rats ass about dating geeks."
 
"Would you consider learning?"
 
I could sense a smile and the subsequent disappointment as I uttered no reply. Honestly, I was about to say "Not from a Jedi!" but that would geek me up and ruin my shallow reputation in a blink of an eye.
 
Instead of a reply, I changed the subject. I wanted to say yes and ended up saying nothing. The truth is, today as yesterday before this conversation, I keep looking at my mobile hoping for a message...

Qualquer dia dedico-me ao crochet...

Ao ritmo a que estão a fechar os blogs que eu leio, qualquer dia o meu Google Reader é merecedor do nome do último que descobri encerrado: É tudo gente morta!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

E as coisas no Planeta Minha Vida nunca são entediantes

11h no Planeta Minha Vida:
Telefone toca. É da secretaria da universidade. Informam que tenho oral de um cadeirão na próxima quinta-feira. WTF? Eu até achava que a coisa tinha corrido bem... Devo estar a ficar mesmo burra...

16h no Planeta Minha Vida:
Telefone toca. É o Professor do cadeirão. 
"Já a avisaram de que tinha oral na próxima quinta-feira?" 
"Sim, Professor..." 
"E a Ice não se insurgiu contra mim?"
(WTF???????)
"Porque haveria eu de me insurgir?"
"Então não sabe o que fez no exame?"
"Professor, eu sei e ia mandar-lhe um mail a pedir que me indicasse onde tinha errado..."
"Não manda nada que quem errou fui eu e estou-lhe a ligar para pedir desculpa. Eu vi o seu exame. Lancei a nota na secretaria e só quando estava a arrumar os exames é que reparei que a Ice tinha mais uma folha de teste que eu não tinha visto nem avaliado. Obviamente que não tem nada que fazer oral. Gostava que tivesse feito a defesa da posse com mais afinco mas, ainda assim, está mais que passada. Quis-lhe ligar pessoalmente para dizer que já falei com o regente. Amanhã a situação já vai estar regularizada no site e queria pedir desculpa pelo incómodo e desejar-lhe boas férias."

'Tódo' bem... Mas é que está 'tódo' bem... Mas se pudessem não fazer estas coisas no único dia que me esqueci de tomar a medicação, eu agradecia...

E ainda da série "O planeta Minha Vida dava um filme indiano"

A desvantagem de ter como foto de perfil no G+ apenas uma parte indistinta (bem... não é assim tanto indistinta mas ainda assim...) da minha anatomia é ser circulada por um homem em cujo o casamento eu fui dama de honor. Homem esse que, anos mais tarde e já divorciado da noiva desse casamento, ficou conhecido como o senhor da Netsapo devido a um 'envolvimento' com uma das minhas melhores amigas que eu só soube depois de já muita conversa rolar debaixo da ponte e que ele nunca soube que eu sabia nem quem essa pessoa me era. Confuso? Só um niquinho...

 E, 10 anos depois desse episódio, cá estamos nós. Pois é... É circular, meus amigos. É circular...

Entretanto, num outro ponto do planeta Minha Vida

Ela - a miúda aí de cima - não é tão gira como parece. Vão por mim que sei o que digo. Ou isso ou as mulheres empalidecem perto de D.ª Dólores! Que eu tenho para mim que é essa a verdade...

Oh, the irony... The fucking irony...

Meus amores, isto é tão Ice Maria-Mr. Big, mas ao contrário, que eu quase espero que ele me diga: I shaved my legs for you! Ou isso ou que Picolé desenvolva, em tempo recorde, dentes do siso que terão que ser arrancados mais dia menos dia...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Das voltas que a vida dá

O problema é meu. Eu sei que é meu. Eu não estou habituada a ser apaparicada. A ser vista e tratada como especial. Ou melhor, quando um homem conclui que sou especial, sai pela porta mais próxima apavorado com a ideia. A isso, eu estou habituada. 

O problema é meu. Eu sei que é meu. Eu não estou habituada a que prestem atenção a todos os pormenores de mim. Que percebam, por ouvirem uma conversa que tenho com terceiros, que chocolates com avelãs são os meus preferidos e que registem o facto. 

O problema é meu. Eu sei que é meu. Eu não estou habituada a que um simples jantar comigo seja algo pela qual as pessoas anseiem como se de um prémio se tratasse. 
 
O problema é meu. Eu sei que é meu. Estou habituada a ser tratada como mulher e não como o jackpot do euromilhões.
 
O problema é meu. Eu sei que é meu...

terça-feira, 26 de julho de 2011

O mundo concertado...

À cautela, e antes que desse por mim, daqui a uns meses, a escrever uma Dear John letter que começasse com um "ainda bem que falas nisso que era algo que devíamos ter falado na altura", achei que devia aproveitar que estávamos na 'altura' para dizer de minha justiça.

Não, não estás apaixonado por mim. Estás apaixonado pela ideia de mim. Sim, sou sexy. Sim, entendo que queiras dormir comigo. Mas é isso o melhor para ti? Eu? Não perguntes de mim. Eu não estou para ninguém. Porquê? Não perguntes. Vamos antes conversar de cinema. Não me queres prender? Nem poderias. Assim como eu não o poderia fazer mesmo que quisesse. Nem me queres controlar? Meu Deus, a ironia da escolha das palavras. Tu a dizeres que nunca me irás perguntar onde estava eu às 4 da tarde daquele dia de Julho e eu a pensar que nunca perguntei e, no entanto, o resultado é igual. Se eu sei que gostas de mim? Sei. E limito-me a sorrir de volta quando mo dizes. O que é que eu quero? Ora, essa, talvez, seja a pergunta para a qual tu nunca irás querer saber a resposta.

E o mundo continua a girar, imune aos sentimentos de quem o habita. Não acabou, não se modificou, tudo como dantes. A ironia mordaz, a inversão de situações, as lições a aprender com os erros que cometemos. Sobretudo, a lição suprema: apesar de só para nós andar o mundo concertado, nunca fazer aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem a nós. 

Avisos feitos, as pessoas correm os riscos que entenderem...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

I'm in so much trouble...

Alguém me explica como passei para o outro lado da barricada?
Como, de repente, passei eu a ser o Big? 
E sem fazer nada para isso?

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Se não nos soubermos rir de nós, está tudo tramado

Eu já não ria há muitos meses como me ri a reorganizar a minha agenda telefónica numa determinada letra. Ao perceber que tinha 3 senhores com o mesmo nome, tornou-se imperativo distingui-los de alguma forma. Terminada a etiquetização, o resultado fez-me quase rebolar a rir da minha vida. Juro-vos mesmo que, se um dia, eu seguir o conselho de Sousóca e escrever a história da minha vida, muita gente vai ter dores abdominais com a comédia que isto é. 

terça-feira, 19 de julho de 2011

A estudar Direito das Sucessões...

E a ouvir isto non-stop.

*Eu ando a ver se arranjo tempo de te mandar um mail a explicar essa coisa da música direitinho e sem espinhas, miúda.