terça-feira, 2 de agosto de 2011
Entretanto, num outro ponto do planeta Minha Vida
Ela - a miúda aí de cima - não é tão gira como parece. Vão por mim que sei o que digo. Ou isso ou as mulheres empalidecem perto de D.ª Dólores! Que eu tenho para mim que é essa a verdade...
Oh, the irony... The fucking irony...
Meus amores, isto é tão Ice Maria-Mr. Big, mas ao contrário, que eu quase espero que ele me diga: I shaved my legs for you! Ou isso ou que Picolé desenvolva, em tempo recorde, dentes do siso que terão que ser arrancados mais dia menos dia...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Das voltas que a vida dá
O problema é meu. Eu sei que é meu. Eu não estou habituada a ser apaparicada. A ser vista e tratada como especial. Ou melhor, quando um homem conclui que sou especial, sai pela porta mais próxima apavorado com a ideia. A isso, eu estou habituada.
O problema é meu. Eu sei que é meu. Eu não estou habituada a que prestem atenção a todos os pormenores de mim. Que percebam, por ouvirem uma conversa que tenho com terceiros, que chocolates com avelãs são os meus preferidos e que registem o facto.
O problema é meu. Eu sei que é meu. Eu não estou habituada a que um simples jantar comigo seja algo pela qual as pessoas anseiem como se de um prémio se tratasse.
O problema é meu. Eu sei que é meu. Estou habituada a ser tratada como mulher e não como o jackpot do euromilhões.
O problema é meu. Eu sei que é meu...
terça-feira, 26 de julho de 2011
O mundo concertado...
À cautela, e antes que desse por mim, daqui a uns meses, a escrever uma Dear John letter que começasse com um "ainda bem que falas nisso que era algo que devíamos ter falado na altura", achei que devia aproveitar que estávamos na 'altura' para dizer de minha justiça.
Não, não estás apaixonado por mim. Estás apaixonado pela ideia de mim. Sim, sou sexy. Sim, entendo que queiras dormir comigo. Mas é isso o melhor para ti? Eu? Não perguntes de mim. Eu não estou para ninguém. Porquê? Não perguntes. Vamos antes conversar de cinema. Não me queres prender? Nem poderias. Assim como eu não o poderia fazer mesmo que quisesse. Nem me queres controlar? Meu Deus, a ironia da escolha das palavras. Tu a dizeres que nunca me irás perguntar onde estava eu às 4 da tarde daquele dia de Julho e eu a pensar que nunca perguntei e, no entanto, o resultado é igual. Se eu sei que gostas de mim? Sei. E limito-me a sorrir de volta quando mo dizes. O que é que eu quero? Ora, essa, talvez, seja a pergunta para a qual tu nunca irás querer saber a resposta.
E o mundo continua a girar, imune aos sentimentos de quem o habita. Não acabou, não se modificou, tudo como dantes. A ironia mordaz, a inversão de situações, as lições a aprender com os erros que cometemos. Sobretudo, a lição suprema: apesar de só para nós andar o mundo concertado, nunca fazer aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem a nós.
Avisos feitos, as pessoas correm os riscos que entenderem...
segunda-feira, 25 de julho de 2011
I'm in so much trouble...
Alguém me explica como passei para o outro lado da barricada?
Como, de repente, passei eu a ser o Big?
E sem fazer nada para isso?
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Se não nos soubermos rir de nós, está tudo tramado
Eu já não ria há muitos meses como me ri a reorganizar a minha agenda telefónica numa determinada letra. Ao perceber que tinha 3 senhores com o mesmo nome, tornou-se imperativo distingui-los de alguma forma. Terminada a etiquetização, o resultado fez-me quase rebolar a rir da minha vida. Juro-vos mesmo que, se um dia, eu seguir o conselho de Sousóca e escrever a história da minha vida, muita gente vai ter dores abdominais com a comédia que isto é.
terça-feira, 19 de julho de 2011
A estudar Direito das Sucessões...
E a ouvir isto non-stop.
*Eu ando a ver se arranjo tempo de te mandar um mail a explicar essa coisa da música direitinho e sem espinhas, miúda.
domingo, 17 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Havia de chegar o dia... Foi hoje!
Havia de chegar o dia em que eu me ia deixar de esconder com medo do que pudesse sentir quando ele me dissesse: "Olá miúda..."
Ainda não disse. Ainda continuo cheia de medo. Mas este é mais um 'basta' que tenho que dizer nesta história parva. Há algum tempo li um livro em que havia um romance que acabava mal. A certa altura, a amiga da personagem que tinha o coração partido, cansada de ver a amigo sofrer, dava-lhe 30 dias para fazer o luto, chorar tudo o que tinha para chorar, mas no final desses 30 dias, ela teria que seguir a sua vida.
Os meus 30 dias já passaram, há muito. É altura de seguir em frente.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Do Google+
1. Posso escrever o que quiser, publicar a música que me apetece e falar com quem me dá na real gana sem ter que pensar no que ele estará a pensar. Estou a gostar desta sensação de pseudo-liberdade.
2. Não tem nada a ver com o Facebook. Permite uma interacção muito maior com toda a gente mas, em simultâneo, é possível resguardar a intimidade de uma forma que no FB dá uma trabalheira para a qual ninguém está.
3. Não há jogos, não há publicidade, não há pitalhada.
4. Numa semana de experiência ainda não vi um post estúpido. A qualidade é incomparável entre as duas redes. Há muito muito boa música (pensei em ti, SSV) a que podemos ter acesso sem ter que ser amigo de ninguém. Aliás, não há amigos. Há círculos de interesses.
5. Há muita geek, porra... A quantidade de posts ininteligíveis que eu li nos últimos dias é incontável. Juro que gostava que eles me pudessem ouvir quando eu grito deste lado "O QUÊ????"
6. O pessoal da politica e da filosofia sente-se atraído pelo meu perfil. O que me dá uma grande vontade de rir. Pois são temas que, como toda a gente sabe, não me dizem a-b-s-o-l-u-t-a-m-e-n-t-e nada.
7. No Universo de 10.000.000 de utilizadores até agora (em fase experimental) há 11% de mulheres (embora haja uma corrente que defende que é menos porque o estudo foi feito com base nos perfis mais visualizados). Não há, no entanto, tentativas de engate chungosas. As meninas são tratadas, pela minha experiência, claro, como a rare comodity.
8. Enquanto no Facebook falamos com quem conhecemos e logo a tendência é ficarmo-nos pelo nosso país, no G+ há uma facilidade incrível em entrar em contacto com outras nacionalidades, línguas e países.
9. O Gmail está muito melhor desde o lançamento do Plus. E a facilidade de interacção entre as duas ferramentas (e as restantes da Google) é fabulosa (nota-se muito que tenho falado muito geekez???).
10. Bastou uma semana - uma mísera semaninha, senhores - para o Universo começar a gozar com a minha cara no G+. E aquilo ainda nem sequer é de acesso livre!
Resumindo e concluindo: Estou a gostar. Mais do que gostei do Facebook no inicio.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Mas já não é a 1ª coisa em que penso, de manhã.
Tropecei em mensagens antigas que tinha no telemóvel do emprego. Mensagens do iniciozinho. A long time ago in a galaxy far, far away. Respostas a mensagens que ele pensava que eu enviava a pensar, exclusivamente, nele (sim, Universo, eu já entendi como funciona o Karma. Podes parar de bater na vaca fria...). Tropecei nelas e pensei na conclusão a que cheguei ontem ao ouvir debater qual o melhor futuro homem para mim.
De nada serve eu ter um Aidan a dizer que eu me posso tornar inesquecível. São inúteis gaijos giros em festas giras. Eu posso até ter uma auto-estrada de mau caminho a viver temporariamente debaixo do mesmo tecto que eu, senhores... Mas quando me deito e faço o flashback do meu dia, por muita coisa que tenha acontecido, por mais desportistas e filósofos que tenham cruzado o meu caminho, não é neles que eu penso. Eu acabo, inevitavelmente, a pensar que não partilhei nada desse dia com ele. E isso ainda me mói... Ele habitava-me e agora não mora ninguém no prédio devoluto de mim.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
E agora o momento Monty Python
Eu tenho um vulcão prestes a explodir no nariz. Eu quando falo da mãe de todas as borbulhas, não é uma hipérbole. É mesmo uma daquelas coisas que se eu visse no nariz de outrem, jamais, em tempo algum, seria capaz de desviar o olhar.
Ora, se ontem, a coisa era 'abafada' pelos óculos escuros, hoje, toda ela se mostra em toda a sua glória. E eu não consigo deixar de imaginar, a cada segundo, uma cena tipo a da foto, com as cinzas (eu prefiro imaginar cinzas e a borbulha é minha, portanto, eu imagino o que quiser!) do dito a fecharem todos os aeroportos e assim...
Está ali, no alpendre, a beber caipirinhas
Alerta às HK's:
É mais novo, canhoto, desportista (sim, daqueles à séria), tem um daqueles vozeirões que arrepia, olhos azuis e pele morena.
Não, não é o da festa! Não!!! Pelos vistos, há disto aos magotes, eu é que ainda não tinha reparado.
Vai cá ficar, no meu pequeno condomínio, até 3ª. Eu? Eu estou a estudar a justiça distributiva e a teoria de Kelsen, pois então! E o que eu gostava de discutir o conceito de justiça, à conta disto...
Das festas religiosas, de novo
ACTO II
Eu e Michelle aus München a fazer uma análise cientifica (powered by Mojitos) à comunidade masculina que circulava pela festa.
Michelle: Aquele. O das calças claras. Tem um corpinho jeitoso...
Ice: Naaaaa...
Michelle: Ok... Tá a ficar calvo. Mas é giro...
Ice: Not my style.
Michelle: Esquisitinha.
Ice: Atrás dele. t-shirt clara. Faz mais o meu género. Quem é?
Michelle: Dasse... Mas tu vens com detector incorporado?
Ice: Porque?????
Michelle: Detector de gaijos do desporto. É ex-jogador profissional de... Blá, blá, blá. Boa pessoa. É tão querido... Blá, blá, blá...
Ice: Tens noção de que não quero saber disso, não tens? Isto é uma avaliação pró que é.
Michelle: Só te estou a dizer isto porque eu estava aqui a pensar que vocês eram capazes de se darem bem, mesmo só nisso do pró que é, mas tu ias partir o coração dele.
Ice: O pénis, tá? Tou fartinha desse discurso. Que tanto vocês se preocupam com o coração deles? E com o meu? Eu que me lixe, n'é? O outro também tinha o mundo a chatear-me que eu ia destroçá-lo e como é que foi? Como? BLÁ, BLÁ, BLÁ!
Michelle: Eu sabia que tu te ias irritar quando eu dissesse isso. Mas é verdade...
Where the wild things are
Triste... Triste... Triste...
De me fazer chorar baba e ranho enquanto ele olhava as minhas tentativas de disfarçar com aquele meio sorriso que todos os homens fazem enquanto pensam: "Gaijas..."
Das festas religiosas
ACTO I
Desde ontem que este é aquele a que eu chamo de vestido da sorte. É que eu, que até só costumo tentar o destino e a sorte uma única vez por dia e só se for obrigada a isso, ontem consegui tentá-lo de 3 formas diferentes de uma única vez e escapar incólume. Obviamente, que a seguir enfiei-me no sofá de onde não tenciono sair nos tempos mais próximos. E quando sair, levo o vestido. Nem que seja dentro da mala!
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