terça-feira, 5 de julho de 2011
Não é a 1ª nem há-de ser a última...
Mas esta está aqui perto e vai largar tudo o que tem por amor. A cidade, o emprego, a casa, a família, os amigos. Não é a 1ª nem será a última, mas, numa altura em que acredito tanto no amor como no Pai Natal, não posso deixar de sorrir ao ver a minha Mini a largar tudo pelo seu Zé...
A caixa de entrada do meu email deve divertir-se imenso...
Him: Don't forget! Saturday. 17.30. Champagne! We'll celebrate!
Eu: I'll be there! Shall I accessorize?
Him: Less is more, girlfriend! :-)
Eu: You mean this is too much??? Shame...
(Emails reais trocados entre mim e um gaijo heterossexual!)
Eu: I'll be there! Shall I accessorize?
Him: Less is more, girlfriend! :-)
Eu: You mean this is too much??? Shame...
(Emails reais trocados entre mim e um gaijo heterossexual!)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Eu não estou mas e o que elas se divertem?
O que eu acho piada é que as minhas segundas-feiras tornaram-se bastante animadas. Embora, eu tenha decidido tornar-me uma pessoa discreta e, até, praticamente invisível, as minhas amigas, atentas a manobras masculinas segunda-feirianas, adiantam-se e começam logo ao Domingo a ver se armam a meretriz. Eu tenho para mim que isto é coisa para, mais dia menos dia, calhar cocó. Mas pode ser que me engane e calhe carapaus à espanhola...
Quanto a mim, continuo a não estar, a não existir, a não respirar e a não ser. Pelo menos, no que concerne certas e determinadas pessoinhas.
O poder da música - 3
A última vez que ouvi esta música só me lembrava da imagem abaixo. Palavrinha de escuteira...
E, a partir desse dia, tornou-se a música nº 1 de dor de corno, para mim. Tão nº 1 que nunca mais a ouvi.
Amor e outras drogas
Vi este fim-de-semana. É fofinho. Não me encheu as medidas. Tem algumas frases boas. Soube-me a pouco.
Os dias da rádio, cá em casa, são todos os dias
Divertido e com convidados que se revelam mais interessantes do que alguma vez pensaríamos serem.
Sábado às 12h e repete Domingo às 22h.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A autora deste blog não está disponível para falar com homens com crises de 'idade média'*. Temos pena**... Tentem mais tarde... Ou quando lhes passar. É isso. Quando lhes passar, boa?
* Sobrinha a tentar falar da crise de meia idade de um tio.
** Aquela coisa do ter que anunciar que 'vou sair e vou-me divertir horrores e ser muita maluco e agora amo muito e não sei viver sem ela' não condiz, definitivamente, com os meus níveis de pachorra. Principalmente, quando decidem que precisam de fazer isso tudo, de repente. Tipo, ontem eu era o rei da discrição, hoje sou um flasher. Spare me...
Está calor, não está?
Ele há as festas da terrinha que começaram às 8:37 da matina com o lançamento de 5 foguetes (esta gente é estranha...).
Ele há o sitio do costume.
Ele há a inauguração de uma esplanada de um bar.
Ele há uma catrefada de cadeiras para fazer este mês (eu, às vezes, sou hilariante...) e, consequentemente, livros para ler e apontamentos para estudar..
Ele há uma série de dvd's que ainda não vi.
Ele há 2 ou 3 posts para escrever.
Mas estão ali a ver o meu sofá?
Também eu, fofinhos, também eu... O sofá, um copo de coca-cola geladinha e um livro. É o máximo que consigo almejar, hoje, que estou feita em papa.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Chorei... Que chorei...
Ao vê-los, perfiladinhos, com os seus chapelinhos e seus diplomas...
Cantámos afinadinhas no palco ou, pelo menos, não me apercebi de lesões auditivas visíveis. Diz que é capaz de haver um video no Íutubi, em breve, mas eu não acredito que alguém tivesse coragem de nos fazer tal coisa.
E depois rosnei ao 'dj' que decidiu colocar a música do Titanic como som de fundo para o meu discurso. Uma gaija está ali que não pode para não se debulhar em lágrimas. As porcas que a meteram ali estão por trás a fungar e o gaijo ainda se me mete um piriri de música? E quando lhe rosnei, ainda me disse: "Mas não é a do Titanic..." Acho que o mandei tirar, mas o que me apeteceu mesmo, foi responder: "And who the fuck cares?"
Ainda, ontem estava a ver o Canal Hollywood enquanto contava o tempo entre contracções e, hoje, já ele vai para a escola primária...
Dasse... E ainda eu achava que as pessoas exageravam quando me diziam que ia passar tudo a correr...
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Eu conheço muito boa gente...
Que seria capaz de empenhar as jóias de família para ter acesso aos vídeos que vão ser feitos amanhã de certas e determinadas respeitáveis mães de família que irão subir a um palco e... Wait for it... Cantar! Eu, que até sou uma vendida do caraças, era gaija para começar a leiloar os filmes no e-bay, mas dado que é possível que os óculos escuros não me tapem a cara toda enquanto estiver a partir o estribo de algumas dezenas de pessoas, é melhor deixar-me ficar quietinha...
Hair of the dog - 4
O 1º candidato a Aidan saiu melhor que a encomenda. Ai saiu, saiu... Numa mensagem de 8 linhas, dá-me 2 ordens e na última declara expressamente que as minhas manobras evasivas não passam despercebidas. Não sei se assobie e passe à frente, se responda "Yes, Sir!" e rape o cabelo como a Demi Moore no G.I. Jane...
(Eu já tinha publicado isto mas não apareceu. Se aparecer em duplicado mandem vir com os senhores que mandam no blogger, tá?)
Andava ali à procura de um post...
Na minha antiga 'encarnação' e conclui que lá, sim, eu escrevi dezenas de posts para Big. Ironia da coisa? Posts em que eu era a má e ele o desgraçadinho coitadinho a quem eu não ligava peva e que eu não sabia se queria ou não. Blá, blá, blá...
Yeap... Karma...
"I guess we can't really complain about our karma. It's not an affair. It's not unexpected. It just... evens the score. And even when we're about to do something that we know will tempt karma to bite us in the ass... Well, it goes without saying. We do it anyway."
(George O'Malley in Grey's Anatomy)
E, para animar ainda mais a coisa, ainda escrevi um post em que rechaçava as paixões pelos Mr. Bigs desta vida. Sim, eu dava mesmo o exemplo do Mr. Big! Dizia eu à boca cheia que não era isso que queria para mim.
É que até a mim me apetece gozar comigo própria depois de ler isto...
terça-feira, 28 de junho de 2011
A minha noite de núpcias
Dia 28 de Junho de 2011. Fazem anos as irmãs mais novas. 33 anos, fazem as fedelhas. Nasceram no mesmo dia, sim, e no mesmo ano. Lembro-me sempre de dar os parabéns a uma e esqueço-me da outra. Ando desde o ano passado a redimir-me. Este ano fui mesmo a primeira a telefonar. O ano passado, lembrei-me, pela 1ª vez em muitos anos. Liguei-lhe com uma lata desgraçada e disse-lhe: Dá-me os parabéns! Este ano lembrei-me! Estou mesmo de parabéns!
Dia 28 de Junho de 1996. Eu tinha conhecido o Xana umas semanas antes. Tinha passado uma noite com ele. Não sei como, não me lembro a que propósito, na noite desse dia, eu acabei em casa do Xana. Deitada, vestida, na cama dele. Os olhos dele, bem próximos dos meus, mostravam uma tristeza sem fim. Mais uma vez, tive a confirmação de que há perguntas que é melhor não fazermos. Há perguntas para as quais não queremos saber as respostas. Mas, na altura, isto ainda não se tinha tornado o meu lema de vida e perguntei-lhe o que se passava. A resposta foi tudo menos o que eu alguma vez esperaria: "Esta é a minha noite de núpcias..." Excuse me???? Not with me, it's not!!!"
E ele contou-me que era tinha casamento marcado para aquele dia com a mulher que ele tanto amava. A mesma mulher que só pensava em coisas materiais e o deixara mesmo de casamento marcado. Contou-me como tinha sido capaz de fazer tudo por ela. Contou-me como se tinha tornado, durante algum tempo, gigolo para lhe poder dar tudo o que ela queria.
Passei a noite de núpcias com ele. Não houve amor nem sexo, naquela cama, naquela noite. Havia apenas um homem que tinha imaginado uma noite muito diferente daquela com uma mulher muito diferente da que abraçava. E havia uma mulher que não entendia como era possível amar assim mas que não podia ficar indiferente à dor que havia naqueles olhos.
Passaram 15 anos e, em todos eles, nesta data, eu me lembro de como já tive uma noite de núpcias. Não a minha, não a esperada, não a desejada. Mas uma diferente de todas as outras. Mas, tal como em todas as outras, fruto de um amor maior do que tudo, superior a tudo e, literalmente, disposto a tudo para.
Eu nunca mais soube do Xana mas não há ano nenhum, neste dia, que eu não deseje que ele tenha encontrado alguém que realmente merecesse tudo o que ele tinha para dar. Que eu não deseje que ele tenha encontrado uma mulher que realmente merecesse ser amada por ele. E não há ano nenhum que eu não me pergunte se já terei sido amada tão incondicionalmente assim.
O poder da música - 2
Durante um ano, lembrava-me sumo de laranja e decisões de ano novo. Agora lembra-me uma noite sentada no chão da cozinha, encolhida a um canto depois do fim-de-semana com o Big e lembra-me homens virgens aos 30 anos. Era a música do antecessor do Big e que, bem vistas as coisas, durante muitos meses mais se adequava ao próprio. A puta da vida é irónica...
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Quero mais férias...
Eu podia falar dos castings para Aidan.
Podia falar do eclipse do Big num bang tal que estilhaçou mais um pedaço do meu coração.
Podia, finalmente, contar o jantar de família.
Podia... Mas estou demasiado preguiçosa e vou ali enroscar-me e continuar a ler "A Herança de Eszter"... Preguiça... Muita preguiça... E ainda só trabalhei um dia...
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