sábado, 14 de maio de 2011
Just what the doctor didn't recommended...
Hoje já me fizeste rir, sorrir, praguejar, subir a tensão e ter palpitações. Assim, de repente, parece-me que era a isto que a 'Callie' se referia quando mencionava as coisas a evitar nos próximos tempos...
sexta-feira, 13 de maio de 2011
And most important of all, you can't use our friends as messengers.*
"If you miss me, you can't text, you can't email, you can't post it on my Facebook wall. If you really miss me, you come and see me."
(No Strings Attached)
Não é que não me divirta, que diverte. Assim como prova a minha teoria de que alcançamos sempre as respostas que queremos se não fizermos as perguntas. Mas por amor da santa, de que será que tens tanto medo? Eu não mordo... Sabes bem que não mordo... Vá... Tá bem... Mas não conta, n'é? Usar amigos comuns já me parece letra de música, não?* O teu azar é que escolheste tão bem o gaijo que te saiu o pior Cupido na rifa: aquele que não tem tento na língua. Eu? Eu acho fofinho dois marmanjões armados em donzelas. Mas se estão à espera que eu responda validamente, espero que haja ainda muito para beber nos sítios por onde andam...***
*Este post foi escrito hoje, à hora de almoço. Agradeçam ao Blogger só ter sido publicado agora!
**"I hear you're asking around if I am anywhere to be found"
***E a pena de vocês mesmos com que devem ter acordado? Até a mim me dói a cabeça só de pensar...
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Hoje, os Happy Pills não estão a funcionar...
Mas lá está, uma pessoinha não pode pegar num evento internacional que estava fadado ao fiasco e transformá-lo num potencial êxito, em 4 horas, sem um bocadito e adrenalina extra, não é?
E diz que a adrenalina faz o coração acelerar, certo?
Pois...
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A cardiologista nunca veio ao meu escritório...
"Vai ter que se manter longe de qualquer coisa que lhe cause ansiedade..."
A minha colega acabou de desatar aos berros e de mandar o teclado pelos ares... Hoje, se calhar, não era um bom dia para voltar... Upsss...
Palavras tuas, um sorriso meu - 19
"Disappointment.
The word itself says everything. With a feeling like anger, you know what you're dealing with. But with disappointment comes the confusion, the 'what if?', and most importantly, the why. You question what went wrong and why the situation which you thought was going so well suddenly went downhill. There are endless questions running through your mind and it never stops. In the end, most of us just wait, because there's nothing else you can do to get rid of that feeling."
The word itself says everything. With a feeling like anger, you know what you're dealing with. But with disappointment comes the confusion, the 'what if?', and most importantly, the why. You question what went wrong and why the situation which you thought was going so well suddenly went downhill. There are endless questions running through your mind and it never stops. In the end, most of us just wait, because there's nothing else you can do to get rid of that feeling."
terça-feira, 10 de maio de 2011
Será que ele lhe quer fazer a folha?
Hoje, enquanto fui fazer o exame, Picolé ficou com a avó. E, no seu jeito despachado, explicou-lhe o quanto estava preocupado com o meu coração. Porque se o meu coração doía era porque eu estava apaixonada e ele não sabia por quem. É fascinante como ninguém me lê como ele...
Not even God can sink this ship...
A cardiologista era a fotocópia da Callie Torres mas brasileira. Sim, a minha mente tem esta capacidade de tergiversar mesmo quando estou acagaçada a pensar que vou morrer a qualquer momento. Manda-me despir e pôr numa determinada posição (antes de ontem, a última vez que me tinham pedido tal coisa também me deve ter subido a te(n)são). Vamos começar e a fatídica pergunta: "Está calma?" Sim, Callie, estou aqui de mama esquerda ao léu enquanto passeias a maquineta das ecografias no meu coração para determinares se tenho qualquer coisa que me faça quinar sem aviso prévio, mas estou na boa, pá.
Medições, corações a bater (a última vez que tinha ouvido um coração a bater numa eco foi o de Picolé... Saudades...), vira, mexe, remexe, revira. Levanta e veste.
- Sim, Doutora?
- Faz desporto?
- Não faço grande coisa. Ando e comecei a correr um bocadinho.
- Não corra. Para já não. (Lá está! O desporto faz mal. Eu sempre achei e depois disto tenho a certeza!)
- E???
- Não vejo nada no coração. Está com os batimentos altos, sim, mas não vejo nenhuma deformação. É uma pessoa ansiosa?
- Hummmm... Talvez ultimamente...
- Vai marcar consulta com a médica que a assistiu. Até lá, vai ter que se manter longe de qualquer coisa que lhe cause ansiedade... (sorriso à lá Mona Lisa)
- Tá bem. Obrigada...
1. Ainda não foi desta que me partiram o coração de forma a ser visível numa ecocardiografia (Take that, Mr. Big!!!)
2. Será que a Callie acredita mesmo que eu consiga manter distância das coisas que me causam ansiedade? Really? Seriously? A mulher esquadrinhou o meu órgão vital principal e não aprendeu nada acerca de mim? Se bem que aquele sorriso à lá Mona Lisa...
3. Segunda-feira lá volto eu para ser esquadrinhada em busca da causa da minha near death experience. Se continuarmos a eliminar hipóteses desta maneira, não tarda, isto vira caso para o Dr. House...
Obrigada a vocês todos por se preocuparem. It means more than I can say...
segunda-feira, 9 de maio de 2011
And mine is damaged
Ainda não sei a extensão dos danos. Sei que dei por mim a passar o dia no hospital com pessoas a enfiarem-me comprimidos pela boca abaixo, a picarem-me, a fazerem-me electrocardiogramas ao som de Evanescense, a mandarem-me dormir. A tudo obedeci cegamente. Quando se entra num consultório e se vê pânico na cara de um médico que se levanta de um salto e chama 2 enfermeiros e diz: "Quero esta menina deitada no outro quarto e uma avaliação completa de todos os parâmetros". Quando essa avaliação começa quando nos enfiam um calmante e um comprimido de nitroglicerina pela goela abaixo, nos apagam a luz e nos dizem "durma meia-hora. Descanse...", nós obedecemos e pensamos que o fim está próximo.
Ao fim do dia, mandam-me para casa, com comprimidos, para regressar amanhã onde novos exames aguardam. Mais um batalhão de gente a esquadrinhar o meu coração, tentando perceber o que de errado de se passa. Mais um batalhão para ver coisas como taquicardias, arritmias ventriculares (afinal não eram contracção ventriculares prematuras. Pelo menos, esse termo não usaram, hoje...), cardiopatias, sopros e afins que me vou lembrando aos poucos...
E, com certeza, vai voltar a pergunta repetida até à exaustão: "Enervou-se com quê?", "Com nada...", "Alguma coisa deve ter sido para o coração estar sob essa pressão...". E a mim apetece-me perguntar se um coração desiludido, cansado e partido também aparece nos gráficos que saem das maquinetas.
domingo, 8 de maio de 2011
Afinal não era mesmo paixão!!!
Eu andava cá desconfiada... Eu até escrevi sobre isso e tudo.
Agora adivinhem quem tem que marcar consulta urgente no cardiologista derivado de hoje ter quase esticado o pernil? Pois... Essa mesmo.
Resta saber se a coisa já estava danificada e o Mr. Big acabou de estragar. Ou se o gaijo é responsável pelos danos todos.
*Será que se pode pedir indemnizações por estas coisas?
sábado, 7 de maio de 2011
Eu já disse isto mas ninguém me acreditou...
O segredo para começar a entender/chegar a um gaijo, é embebedá-lo.
No dia a seguir, ele que se aguente à bomboca com a ressaca e as dores de cabeça e assim*.
*É que até a mim me está já a doer só de imaginar a pena com que um que eu cá sei vai acordar dele mesmo...
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Mensagens subliminares
Quanto mais me tentas evitar e fingir que me ignoras mais me insuflas o ego. Mas isso é uma coisa que era preciso eu explicar-te e eu não estou para ti. Podes deixar mensagem após o sinal...
Ah... É verdade... Já enches o silêncio com recados balbuciados com meias-palavras por interposta pessoa. Tinha-me esquecido...
Palavras tuas, um sorriso meu - 18
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Se eu tinha nascido nos States, já tinha uns 10 Oscars na lareira...
A verdade é que ele mudou os comportamentos. A verdade é que há coincidências que eu não consigo explicar e toda a gente sabe que eu não acredito lá muito em coincidências. A verdade é que na minha cabeça ele me parece baralhado. A verdade é que eu não sou lá muito boa pessoa. A verdade é que eu acredito que ele sente a minha falta duma forma como nunca imaginou que sentiria. A verdade é que eu acho que ele não sabe o que há-de fazer quanto a isso.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Tu estudaste os sinais da tragédia na faculdade, não estudaste, Ice Maria?
Temos então um amigo no gmail a perguntar se pode dar o meu número a um gaijo. São negócios, senhores. Negócios, tá? E assim sendo, disse que sim. Ao que amigo me responde:
Amigo: O teu número já está nas obras.
Ice: Ao menos os trolhas são alguma coisa de jeito?
Amigo: É para um engenheiro. Não sei se é giro
Ice: Bolas... Nada de fotografias? Link do facebook?
Amigo: nunca o vi
Ice: Tu não és meu amigo...
Amigo: bolas... arranjo-te um engenheiro de mão beijada...
Ice: Pronto, pronto... Deixa... Pode ser que não seja sósia do Pinto da Costa...
Amigo: ah... pelo que me estão a dizer o aspecto daquele gajo. oh porra. como é que ele se chama. o gajo que fez o van helsing. não me lembro
Ice: Anthony Hopkins? (Desculpem lá mas a minha cultura é clássica! Benefits of a classical education, tá? Se me falam de van Helsing, a minha mente foge para o Drácula de Bram Stoker!)
Amigo: não. isso era o lobisomem
Ice: O HUGH JACKMAN????
Amigo: sim. isso. mas com barba. curta. tipo, barba por fazer
Ice: Dá-lhe o meu número. Já!!!
Amigo: ai mãe
Ice: Ouve lá... Como é que se chama o teu engenheiro 'Hugo'?
Amigo: Não sei.
Ice: E como é que eu sei se é ele que me está a ligar?
Amigo: provavelmente dirá que vai da parte do engenheiro V. (!!!!!)
Considerando que o último que veio 'da parte' de um engenheiro V. foi mesmo o Mr. Big e nós temos ainda bem presente como isso correu bem, eu diria que está na hora de rever a matéria de Introdução aos Estudos Literários, secção da tragédia: se analisarmos bem os sinais ao longo do enredo, facilmente conseguimos ver todos os indícios da desgraceira que vai ser. Eu diria que no caso do van Helsing, já temos a seguinte pontuação:
Indicio de Tragédia: 1
Indicio de Final Feliz: 0
O Universo sabe que se eu regesse as minhas decisões com base nesta análise literária, muita merda se evitaria. É que para quem estudou isto, há sinais tão evidentes que nunca nos escapam. Nós (eu) é que achamos que é tudo fruto da nossa imaginação efervescente e dos muitos livros que lemos.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Eu posso ser uma merda a escolher homens
Mas os meus amigos - os verdadeiros, aqueles que me lêem a alma - são os melhores do mundo.
Os meus amigos não me deixam chorar sozinha.
Os meus amigos, lá longe, ligam-me só para saber se está a chover muito.
Os meus amigos passam horas sentados no tapete da cozinha, em pleno Inverno, a falar comigo.
Os meus amigos sabem todas as cagadas que fiz nesta vida e mesmo assim gostam de mim.
Os meus amigos levam fogões camping gaz para os velórios.
Os meus amigos torcem sempre pelo meu final feliz.
Os meus amigos entendem se eu não quiser falar de alguma coisa e não se chateiam com isso.
Os meus amigos fazem centenas de quilómetros só para me dar a mão e voltar a fazer mais umas centenas sem dormir.
E eu sei que nem sempre lhes digo o quanto os amo mas, hoje, mais do que nunca, sinto-me a mulher mais sortuda do mundo por os ter. E, hoje, mais do que nunca, sei que embora eu pudesse sobreviver sem eles, nunca na vida poderia, realmente, viver se eles não existissem.
10 Luas
10 Luas é o tempo que os Minimeus têm que esperar, depois do primeiro beijo, para se voltar a beijar. Esta é a forma que os pequenos seres têm de testar se o seu desejo e a confiança nos seus sentimentos é verdadeira.
Quando acabei de ver o filme achei que, se calhar, era assim que devíamos aferir os nossos sentimentos. Com calma, com tempo...
Mas depois lembrei-me que, em certos casos, nem 66 luas chegam...
domingo, 1 de maio de 2011
Eu não devo ser mesmo boa pessoa...
O Céu ganhou uma estrela nova e eu estou, há mais de uma hora, aqui sentada, a pensar que raio hei-de vestir.
O que também pode ser uma boa desculpa para adiar ter de escolher o que dizer...
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