quarta-feira, 20 de abril de 2011
Eu rio, brinco e gozo
Eu vou acabar como aquela velhota, a Sue. Serei uma velha solitária a falar de sexo... E, provavelmente, terei montes de gatos... 2
Eu vou acabar como aquela velhota, a Sue. Serei uma velha solitária a falar de sexo... E, provavelmente, terei montes de gatos...
Temos homem
terça-feira, 19 de abril de 2011
Carta VI - Os amantes
Suponho que talvez ainda devesse estar agradecida por só se estragar um mês
TITANIC
Se há coisa que aprendi ao longo dos anos é que todos os homens da minha vida desaparecem. No inicio, isso deixava-me frustrada, achava que tinha algum problema mas hoje estou em paz com esse facto. As minhas amigas estranham a calma com que aceito essa situação. Procuram explicações que eu já não procuro, conformada que estou em nunca ver o final dos episódios desta grande série que é a minha vida.
Lembro-me do primeiro que saiu e do que chorei. Foi também o único a quem, praticamente, implorei em prantos que não fosse. A partir daí, aprendi que não podemos forçar ninguém a ficar, se essa pessoa não o quiser. Depois de se aceitar esse facto, podemos com (relativa) facilidade aceitar a saída das pessoas da nossa vida.
Umas vezes custa mais que outras a aceitar e já houve para todos os gostos: os que simplesmente se evaporaram, os que se apaixonaram, os que morreram, os que voltaram anos depois…
Se tenho alguma defeito? Devo ter bastantes. Há quem me acuse de ser intimidante (eu sei que é intimidadora, mas se me chamam intimidante quem sou eu para discordar?). E eu, aos 35 anos, tenho que admitir que aquela altivez arrogante que via na minha avó, no meu pai e que pensava ter saltado da primogénita desta geração para a minha irmã, é característica que me atribuem amiúde. No entanto, também tenho qualidades que parece que intimidam tanto ou mais que os defeitos.
Mas porque é que eu estou a contar tudo isto? Perguntam vocês. É simples. Porque eu sempre quis fazer uma tatuagem. Tive foi sempre dúvidas sobre o que seria ou se teria coragem para o fazer. Neste momento, resta-me apenas a segunda dúvida, porque a arranjar coragem, sei perfeitamente o que tatuarei e onde. Será no fundo das costas e será o seguinte:
Not even God can sink this ship!
E depois de o fazer, sento-me sossegadinha no sofá com uma caipirinha ou uma moranguinha e uma bela de uma música e fico à espera do iceberg!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
E passada a fase da raiva, chega a auto-comiseração
Dúvida (im)pertinente 7
Para o caso de haver mais alguém incomodado
You've got mail
domingo, 17 de abril de 2011
Só falta te querer, te ganhar e te perder*
sábado, 16 de abril de 2011
Será que demora muito? Tenho ali um resto de vida à minha espera, pá!*
Last call
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Filhoses de abóbora
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Quando é que sabemos que a nossa vida é realmente estranha?
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Só pode ser bom sinal
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Do Censos...
O que eu já me ri hoje, rende para a semana toda, pá.
domingo, 10 de abril de 2011
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead*
Eu nem sei que diga...
sábado, 9 de abril de 2011
Hoje não me recomendo...
quinta-feira, 7 de abril de 2011
O Óraculo de Luís
“Are you sure that we are awake? It seems to me that yet we sleep, we dream.”*
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Palavras tuas, um sorriso meu - 16
"To sleep, perchance to dream"*
E antes de ir para a cama: Sexo!
terça-feira, 5 de abril de 2011
Crise ultrapassada!
Isto tá mesmo bom...
Se fosses gozar com o cacete, ó Destino?
Almost true... Almost too late...
Obrigada, Bagaço, por me fazeres sentir sedutora quando ando com a auto-estima de uma barata estrábica
Eu tentei tirá-lo, disse-lhe que lhe comprava uma torradinha, a velhinha vira bicho (a capacidade que estas avozinhas têm de nos pôr no lugar!): "Mas é que nem pense nisso! Deixe o menino. Vamos comer a torradinha que dá bem para nós 2! Fazes-me companhia."
E lá ficou ele palrando com a senhora enquanto dividiam a torradinha e ela me contava a história da vida dela. Quando acabaram o pequeno-almoço, ele salta para cima da mesa, pespega-lhe um beijo e um sorriso e seguimos a nossa vida.
Devil's playground
Não, hoje não me consigo concentrar. Tudo quanto seja trabalho manual corre lindamente. Tudo quanto inclua o meu cérebro é desastre absoluto. Os emails saem sem anexos. As tarefas ficam a meio. A comida não desce. Mas no cômputo geral, isto está a correr bem. Ainda não gritei com ninguém. Não há vitimas mortais. Não há ataques de ansiedade a registar. Tudo o que eu tenho é uma colecção ginorme (gigante+enorme) de coisas atravessadas na garganta e que vão sair. Não será hoje, não será amanhã, mas será em breve. E o saber que será em breve, dá-me a energia para continuar por mais uma hora. Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas. É esse o segredo. É esse o mantra que tenho que repetir ad nauseam: Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas… Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas… Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas…
(À conta disto, o quarto de Picolé, foi todo revirado. Não houve meia intocada. Não houve peça de lego que não fosse arrumada, incluindo as de 0,05 cms. Lá dizia o outro: Idle hands are the devil's playground. Dedicasse eu mais tempo a ser fada do lar e não me teria metido nesta alhada…)
















































