segunda-feira, 18 de abril de 2011
Para o caso de haver mais alguém incomodado
You've got mail
domingo, 17 de abril de 2011
Só falta te querer, te ganhar e te perder*
sábado, 16 de abril de 2011
Será que demora muito? Tenho ali um resto de vida à minha espera, pá!*
Last call
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Filhoses de abóbora
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Quando é que sabemos que a nossa vida é realmente estranha?
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Só pode ser bom sinal
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Do Censos...
O que eu já me ri hoje, rende para a semana toda, pá.
domingo, 10 de abril de 2011
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead*
Eu nem sei que diga...
sábado, 9 de abril de 2011
Hoje não me recomendo...
quinta-feira, 7 de abril de 2011
O Óraculo de Luís
“Are you sure that we are awake? It seems to me that yet we sleep, we dream.”*
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Palavras tuas, um sorriso meu - 16
"To sleep, perchance to dream"*
E antes de ir para a cama: Sexo!
terça-feira, 5 de abril de 2011
Crise ultrapassada!
Isto tá mesmo bom...
Se fosses gozar com o cacete, ó Destino?
Almost true... Almost too late...
Obrigada, Bagaço, por me fazeres sentir sedutora quando ando com a auto-estima de uma barata estrábica
Eu tentei tirá-lo, disse-lhe que lhe comprava uma torradinha, a velhinha vira bicho (a capacidade que estas avozinhas têm de nos pôr no lugar!): "Mas é que nem pense nisso! Deixe o menino. Vamos comer a torradinha que dá bem para nós 2! Fazes-me companhia."
E lá ficou ele palrando com a senhora enquanto dividiam a torradinha e ela me contava a história da vida dela. Quando acabaram o pequeno-almoço, ele salta para cima da mesa, pespega-lhe um beijo e um sorriso e seguimos a nossa vida.
Devil's playground
Não, hoje não me consigo concentrar. Tudo quanto seja trabalho manual corre lindamente. Tudo quanto inclua o meu cérebro é desastre absoluto. Os emails saem sem anexos. As tarefas ficam a meio. A comida não desce. Mas no cômputo geral, isto está a correr bem. Ainda não gritei com ninguém. Não há vitimas mortais. Não há ataques de ansiedade a registar. Tudo o que eu tenho é uma colecção ginorme (gigante+enorme) de coisas atravessadas na garganta e que vão sair. Não será hoje, não será amanhã, mas será em breve. E o saber que será em breve, dá-me a energia para continuar por mais uma hora. Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas. É esse o segredo. É esse o mantra que tenho que repetir ad nauseam: Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas… Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas… Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas…
(À conta disto, o quarto de Picolé, foi todo revirado. Não houve meia intocada. Não houve peça de lego que não fosse arrumada, incluindo as de 0,05 cms. Lá dizia o outro: Idle hands are the devil's playground. Dedicasse eu mais tempo a ser fada do lar e não me teria metido nesta alhada…)

















































