domingo, 17 de abril de 2011

Por uma vez, era bom que não começasse a chover no dia em que entro de férias...

Não foi desta vez...

I'm not getting any younger here, man...


(Eu não devia ter dormido a tarde toda...)

sábado, 16 de abril de 2011

Será que demora muito? Tenho ali um resto de vida à minha espera, pá!*

*Eu devo ser uma gaija muito difícil de deixar. Uma vez esperei 9 anos para me dizerem que afinal tinha acabado!**
**O que também prova que sou gaija que sabe esperar...

Last call

Depois de ter estado das 6 da tarde às 11 da noite num pub com camónes a pagar últimas rodadas e de ter que me levantar cedo para reunir com clientes, impõem-se alguns agradecimentos:

- A quem inventou a maquilhagem. Abençoadinha pessoa que criou toda aquela parafernália que transforma um caco humano numa mulher minimamente agradável à vista;

- Ao Felix Hoffman que desenvolveu um medicamento para aliviar o reumatismo do pai que mais tarde viria a ser comercializado pelo Bayer com o nome de Aspirina;

- Ao inventor do Guronsan e da coca-cola;

- Um grande beijinho também a quem inventou as máquinas de café de cápsula e os óculos escuros.

Agradecimentos feitos, vou ali arrastar-me até à garrafa de água e pensar na tragédia que se adivinha, novamente, para amanhã. E acender uma velinha a Santo António para ver se ele consegue fazer com que picolé se cale 10 segundos...

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Filhoses de abóbora

Sonhei com filhoses de abóbora. Era dois sacos de supermercado cheios de filhoses de abóbora. Daquelas doces e fofas.
Estava sentada na minha secretária de casa. No ecrã do computador, as actualizações do Facebook que me indicavam o regresso dele. E eu, furiosa, amaldiçoando a família toda até às gerações pré-históricas. Foi quando olhei para o lado. Pousados em cima da mesa, os dois sacos com filhoses de abóbora. E eu sabia que eram dele. E só não sabia como lá tinham chegado.

Acordei com o Picolé a pedir-me para lhe abrir um saquinho dos piões bebé que eu lhe tinha trazido ontem à noite.
Tenho a certeza que Freud explicaria este sonho. Só não consigo é ver como é que ele lhe meteria sexo pelo meio. Se é um sonho premonitório, quererá dizer que voltamos a ter Prof. lá para o Natal? 

As filhoses eram boas...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quando é que sabemos que a nossa vida é realmente estranha?

Quando a teoria que envolve uma invasão de extra-terrestres à Terra é a única explicação que faz sentido para uma determinada situação!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Mas se, por um lado, eu mantenho a postura zen, se eu deixasse um certo Prof., numa sala, sozinho, com algumas pessoas que eu conheço, acho que acabava assim...

Só pode ser bom sinal

Reparei agora que, ao décimo dia, deixei de contar as horas e os dias. 
Reparei agora que não me lembro a que dia deixei de perguntar se seria possível que não sentisse a minha falta.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Coisas que me dizem - 13

"O que é que tens vestido hoje? É que eu só vejo pernas..."

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Do Censos...

A minha parte preferida foi mesmo perguntarem-me se trabalhei na semana de 14 a 20 de Março...
Acreditem em mim que era a gargalhada que faltava para coroar este dia.

Sr. Censos, soubesse Vocelência a trabalheira que eu tive, precisamente, nessa semana e aposto que era gaijo para propor a minha aposentadoria. Vá por mim que se houve semana que eu trabalhei foi nessa. Ainda me lembro de um dia, a altas horas da noite, eu, perfeitamente imóvel e/ou petrificada - nem sei bem - a olhar para uma carga de trabalhos e a pensar: "Oh porra, ainda faltará muito tempo para deslindar este embróglio e deitar-me ali naquela cama?" Vá por mim, Sr. Censos, que não o engano, se houve missões que me fizeram suar as estopinhas foram as que eu abracei nessa semana. Trabalhinhos me dessem...

O que eu já me ri hoje, rende para a semana toda, pá.

Temos, então, que minhas amigas estão mais amofinadas que eu com minha vida amorosa. A história é simples e resume-se em 3 linhas:
"- Bom dia.
- Bom dia. Vou ali a outro país e já venho. Embarco, tipo, agora!
Já lá vão quase 10 dias e nem água vai nem água vem. The end!"
Elas gostariam de me ver tomar uma atitude. Armar a puta. Gritar e espernear. Not my style. Estou aqui que me mordo toda mas zen. Absolutamente zen. Estilo: se tiver que ser meu, será. E temos que admitir que esta desculpa, sempre é mais original que o vou ali comprar cigarros. Tem mais estilo. Há que admitir isso.

O problema é que as minhas Hello Kitties fofinhas sentem-se defraudadas. Elas viam coraçõezinhos e brilhinhos por todo o lado e agora sentem-se desiludidas. E eu entendo isso. Só que essa desilusão fá-las tomar atitudes e elaborar planos mirabolantes para descobrir a data de regresso daquele que se foi. Sim, que eu danada que estava naquela manhã, há muitas horas atrás, recusei-me a perguntar. O que as miúdas se esquecem é que:

a) Eu sou a gaja menos gaja que existe à face da terra! Logo, aqueles pormenores que qualquer gaja guardaria para usar mais tarde, a mim desvanecem-se como água em solo poroso.

b) Iceberg + Plano = Coyote = Barra de dinamite = Ferimento auto-infligido.

Ou seja, em 24 horas foram elaborados 2 planos infalíveis. O primeiro acabou com um telemóvel quase enfiado dentro de uma fritadeira industrial. No segundo, a coisa correu tão bem, mas tão bem, que o mais semelhante ao resultado do plano é mesmo um sketch do Bruno Aleixo. Aliás, o Bruno Aleixo que me desculpe mas nem ele conseguiria um 'flop' destas proporções. 

Eu digo-vos, o que eu já me ri, hoje, ao longo do dia, com o relato do resultado do plano é coisinha para durar muitos e muitos dias. Talvez seja por isto que não se morre de amor. Porque quando pensamos que não aguentamos mais uma desilusão, que não teremos força para nem mais um dia, há alguém que nos faz gargalhar. Há alguém que nos faz ver que na vida há mais do que a paixão. Há sempre alguém que nos faz ver que "aunque éste sea el último dolor que ella me causa, / y éstos sean los últimos versos que yo le escribo", a vida continua e mesmo que a coisa tenha corrido mesmo muito mal, será sempre uma boa história para contar.

Já me chamaram muita coisa...

Agora, Problema Técnico foi a 1ª vez!

domingo, 10 de abril de 2011

Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead*

Ontem, não se me prendeu a respiração como se prendia no passado ao ouvir aquela voz. Prendeu-se ao toque de um telefonema não atendido.

Ontem, trocaria a voz doce pela voz brusca.

Ontem, tive a certeza de que, efectivamente, fiz uma escolha há alguns meses atrás.

But still, one always wonders... One always does... 

Mas a vida continua por muito que a queiramos levar de volta ao passado e, talvez, seja tempo de começar a reconstruir aquilo que estas duas vozes, cada uma à sua maneira, destruíram. Maybe is time to start the healing... Maybe...

*"Someone like you" - Adele

Eu nem sei que diga...

Acerca da noite de ontem em que era suposto eu ir para casa arranjar pés e fazer coisas de gaija home alone...
É que não sei mesmo o que posso dizer.
Digamos que mais uma vez se confirma que a Lei de Murphy, originariamente, chamava-se Lei de Iceberg and Karma's a bitch!

sábado, 9 de abril de 2011

Hoje não me recomendo...

Temos então que faz uma semana. Agora. Mais minuto menos minuto. 7 dias inteiros. Aqui há uns tempos tentaram vender-me a ideia de como ficava mais fácil depois de 48h. Não fica. Nem depois de 48h, nem quando o tempo deixa de ser medido em horas e passa a ser medido em dias, nem quando os dias passam a semana...

Não, não fica mais fácil. É por isso que eu, hoje, estou como o Rui: Amanhã eu sei já passa, mas agora estou assim, hoje perdi toda a graça, não queiras saber de mim.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Palavras tuas, um sorriso meu - 17

"Paixão mata-nos por dentro, consome-nos. Embrutece-nos. Somos uns tontos, uns fantoches da paixão que vive em nós. Alias, é ela que vive, porque nós morremos às suas mãos cadavéricas. É uma violência."

O Óraculo de Luís

Estive ali no iútúbi a ver o célebre vídeo do nosso 1º a pedir conselhos ao Luís.

Eu não percebo a celeuma. Eu se tivesse um Luís que me dissesse como eu ficava melhor todas as manhãs, eu também o usava. Usava e abusava!

Digo-vos mais. Desconfiada fiquei eu do José Carlos Castro. É que sempre que Picolé diz, depois da asneira feita,  muito depressa "não fui eu!", é certo e sabido que se não foi, pelo menos, contribuiu. E se repararem, aquele "não foi de propósito" soou um bocadito a puto de 5 anos a tentar fugir ao castigo...

Ou isso ou sou eu que sou má língua...

“Are you sure that we are awake? It seems to me that yet we sleep, we dream.”*

Tenho uma garrafa de vinho tinto no fim em cima da mesa. Ao lado, o copo de pé alto. Cristal, claro. Não gosto de beber vinho sem ser no copo certo. Assim como não gosto de loiça desemparelhada à mesa. Tenho a banda sonora do Hable con Ella a tocar. E tenho sono. Muito sono. Acho que, finalmente, o plano dos últimos 3 dias de cansar o corpo para calar a mente começa a resultar.

Hoje não houve limpezas nem arrumações. Houve jantar de família e bolo de chocolate. Vai haver cama em breve. E espero que não haja sonhos.

*Midsummer night's dream - William Shakespeare

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Palavras tuas, um sorriso meu - 16

Está decidido! Não volto a ler do Bagaço enquanto não fizer as pazes com o Amor ou desistir dele. Arre, que este gaijo escreve bem pra pénis, pá!

Desculpa lá, meu amigo, mas uma gaija tem que se proteger de choques eléctricos na alma nesta altura do campeonato!

Deve ser do ADN...

Queres que todos saibam o teu segredo?
Conta-o a um homem...

Tou a beber leite e a comer biscoitos! Devo estar a ficar boa...

"To sleep, perchance to dream"*

Devo ter sonhado com o fim. Devo ter sonhado que tudo tinha, efectivamente, terminado. Quando acordei, tinha a sensação de que nada esperava nem nada desejava e que tudo estava, de facto, acabado. Não foi a sensação de desesperança. Foi mesmo a calma da ausência das dúvidas. E naquele momento, entre o sono e o despertar, não senti o aperto no peito, a vontade de gritar, espernear e a dúvida a martelar na minha cabeça. Senti apenas a tristeza tranquila do fim. E depois, como naquelas cenas dos filmes quando os personagens quase se afogam e depois emergem, aspirando o ar com toda a capacidade dos seus pulmões, também a consciência plena me reencheu - não de oxigénio - mas de dúvidas, ansiedades e, sobretudo, de desejos.

*William Shakespeare - Hamlet

E antes de ir para a cama: Sexo!

Tenho uma gaija ao telefone.
Anda a ver se come um gaijo vai para quase 2 anos.
Ele acabou de a informar que gosta da coisa rapidinho e com despacho.
Basicamente, uma gaija está à espera vai para um par de anos por uma queca que, na melhor das hipóteses, é coisinha para ter uma duração inferior a um anúncio do Pingo Doce!
E ainda dizem que quem espera sempre alcança?
Fóóóóóóóónix...

terça-feira, 5 de abril de 2011

Crise ultrapassada!

Tudo limpo e aspirado. No decorrer dessa actividade, o fio dos phones foi sugado pelo cano do aspirador. Vou ali tirar a orelha de dentro do saco do electrodoméstico e já volto!

Isto tá mesmo bom...

Acabei de deixar cair um vaso em cima do sofá. É terra por todo o lado... Sim, são 11 da noite... Eu estou a tentar fazer de conta que não é nada comigo.

Se fosses gozar com o cacete, ó Destino?

A outra esteve a ver as malas todas e encontrou pens que pensava perdidas e coisas fixes e dinheiro e o camandro.

Eu faço a mesma coisa e encontro lenços ranhosos e a conta do jantar do dia 10 de Junho de 2010 agrafada ao cartão do restaurante!

Almost true... Almost too late...

(Esta também serve para ti, HK, prestes a usar a santa bíblia do Coyote! Aliás, aplica-se mais a ti que a mim.)

Obrigada, Bagaço, por me fazeres sentir sedutora quando ando com a auto-estima de uma barata estrábica


Há uns 3 anos - Picolé teria uns 2... - numa pastelaria, sentei-me numa mesa e na mesa ao lado senta-se uma velhinha (não sei que idade tinha, mas tinha estado casada 52 anos com o mesmo homem e era viúva há 12…). A criaturinha pequena que estava comigo começa a lançar sorrisos e 'xaus' à senhora. A senhora a derreter-se. Às tantas, a empregada traz a torrada da velhinha. A míni-gente salta da cadeira e diz: "Oía, mãe. Pão. Xau." E vai abancar na mesa da senhora.

Eu tentei tirá-lo, disse-lhe que lhe comprava uma torradinha, a velhinha vira bicho (a capacidade que estas avozinhas têm de nos pôr no lugar!): "Mas é que nem pense nisso! Deixe o menino. Vamos comer a torradinha que dá bem para nós 2! Fazes-me companhia."

E lá ficou ele palrando com a senhora enquanto dividiam a torradinha e ela me contava a história da vida dela. Quando acabaram o pequeno-almoço, ele salta para cima da mesa, pespega-lhe um beijo e um sorriso e seguimos a nossa vida.

Eu não sei se teria feito o mesmo com toda a gente, mas com uma velhinha só, não fui capaz de rejeitar porque ela queria companhia. Sempre tive esta mania de imaginar a vida das pessoas e aquela imaginei-a como a senhora que toma o pequeno-almoço sozinha todos os dias e que naquele teve um principezinho que se enamorou dela.

Se com isto quero dizer que sou boa pessoa? Não. Não sou. Mas nem todas as pessoas más são más em todos os momentos.

Devil's playground

Não, hoje não me consigo concentrar. Tudo quanto seja trabalho manual corre lindamente. Tudo quanto inclua o meu cérebro é desastre absoluto. Os emails saem sem anexos. As tarefas ficam a meio. A comida não desce. Mas no cômputo geral, isto está a correr bem. Ainda não gritei com ninguém. Não há vitimas mortais. Não há ataques de ansiedade a registar. Tudo o que eu tenho é uma colecção ginorme (gigante+enorme) de coisas atravessadas na garganta e que vão sair. Não será hoje, não será amanhã, mas será em breve. E o saber que será em breve, dá-me a energia para continuar por mais uma hora. Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas. É esse o segredo. É esse o mantra que tenho que repetir ad nauseam: Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas… Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas… Uma hora de cada vez e mãozinhas ocupadas…

 

(À conta disto, o quarto de Picolé, foi todo revirado. Não houve meia intocada. Não houve peça de lego que não fosse arrumada, incluindo as de 0,05 cms. Lá dizia o outro: Idle hands are the devil's playground. Dedicasse eu mais tempo a ser fada do lar e não me teria metido nesta alhada…)

Isto nunca foi tão verdade como hoje e dedico-o, obviamente, às minhas duas Hello Kitties 'peferidas'


domingo, 3 de abril de 2011

Definição de ironia?

Ter um amigo a dizer-nos que somos, para ele, o exemplo de força, coragem e sobrevivência quando, naquele preciso momento, tudo o que nos apetece fazer é enrolar-nos num canto e carpir mágoas.

Antes que me arrependa...

Se calhar é mesmo melhor ir buscar as agulhas, linhas e revistinhas e começar a bordar ou cozer ou tricotar.

É que dei comigo 'atentada' em apagar todas as mensagens, emails e afins, bem como rasgar todos os rabiscos alguma vez botados no papel acerca de certa e determinada pessoa. Considerando que já uma vez fiz isso e hoje me arrependo, vou ali cozer 3 botões da gabardine de Inverno e já venho.

Tens cá uma lata, Picolé Augusto!

A frase preferida nesta altura da sua vida é, cada vez que lhe digo alguma coisa:

"E porque tenho eu sempre de fazer tudo?"

Picolé - O Pimentinha

Hoje quando o fui buscar ao final do dia à avó, estava ela trancada à chave no escritório. E aposto que todos vocês se interrogam como, certo?

Fácil, fácil... Picolé decidiu trancar a porta a chave e depois baralhar as chaves todas de todas as portas! Boa, n'é?

Tive que, através da porta, lhe explicar como destrancar a porta da rua, cuja fechadura fica a 2 metros do chão. Sobe à cadeira, essa chave roda para o outro lado, etc... Etc... Etc... 

Lá conseguiu. Lá salvei a senhora do cativeiro. Lá ela se riu em vez de lhe dar o proverbial raspanete. Enquanto for ela... Cá em casa à cautela não há chaves!

Tá tudo bem, ok?

Acho que vou começar a bordar uma toalha em ponto de cruz. Só assim naquela de ocupar as mãos sem ser a fazer merda, depois de Picolé adormecer!

Só tenho uma palavrinha acerca do assunto...

Fosga-se!!!

A 'Torres' tem uma voz do caraças. Gosto mais da versão dela do 'The Story' do que do original! (Este vídeo tem o som de uma actuação ao vivo e é um bocado manhoso. Mas ouçam a do episódio 18... Ouçam...)

Sim, tenho o nariz desentupidissimo e uma colecção de lenços ranhosos que não lembra a ninguém.

Anatomia de Grey

Não vi ontem. Acabei o 1º de dois, agora. 
Chorar é bom.
Tão bom que eu estava a pensar guardar o 2º para logo mas vou já ver a seguir. Vou só ali buscar mais uns kleenexes...

1/4 de embalagem de gelado depois...

Já acabou o filme, dói-me o ombro e não sei se estou refodida ou triste. A única consolação é que tenho aqui 2 episódiozinhos da Anatomia de Grey e parece que é coisa que mete acidentes graves e gente a finar-se e assim. Aproveito e choro.

...

(E a ver o 'Forget Paris' que é coisinha para animar qualquer pessoa...)

E depois do dia de hoje, olhando o frigorífico, apenas tenho uma dúvida: morango ou chocolate?


sábado, 2 de abril de 2011

Voltámos à internacionalização...

Já mencionei que cada vez mais tenho uma raivinha secreta pela globalização? E as low cost? Meretrizes de beira de estrada...

quinta-feira, 31 de março de 2011

Homens, isto é mesmo assim! Se é mau? É! Mas mulher é mesmo assim. Gosta de armar a Puta só porque sim! Lamentamos (not) qualquer incómodo!

Ele - Querida, queres ir jantar fora?
Ela - Sim.
Ele - E vamos aonde?
Ela - Onde quiseres. Escolhe tu...
Ele - Vamos ao Risotto de la esquina.
Ela - Ai... Outra vez?
Ele - Pronto esquece o italiano. Vamos ao sushi.
Ela - Não me apetece peixe crú.
Ele - Chinês?
Ela - Não quero!
Ele - Então queres ir aonde?
Ela - Oh pá... Porque é que eu tenho que decidir sempre tudo? Tu não podes, pelo menos, escolher a porcaria de um restaurante?

Podem-me explicar, fáxavor?

Desde quando me tornei uma pessoa a quem ligam à quinta-feira, à tarde, a dizer que vai haver uma marcha/corrida no Domingo na Ria e a perguntar se vou entrar na dos 4kms?

E, de caminho, podiam-me também dizer desde quando me tornei na pessoa que responde: Na dos 4? Mas não vai ninguém à dos 7?

Eu estou-me a tornar num ser estranho... Muito estranho e que mete muiiiiiiiito medo... Mapling! Dedica-te ao Mapling, Ice Maria!

Vocês já viram os episódios, na certa...

Todos vocês conhecem os episódios do Bip Bip e do Coyote, de certeza. Também não há muita ciência. O Coyote prepara um plano meticuloso, infalível e à prova de bala para apanhar o Bip Bip. Metade do episódio é passado com o Coyote a urdir a armadilha e a outra metade resume-se a barras de dinamite a explodir nas mãos do próprio Coyote.

Ora, eu sou o Coiote! Eu já andava cá desconfiada mas hoje tive a confirmação. Com o pessoal do Kleenex prevenido, decidi que de hoje não passava. Hoje seria o dia em que apostava tudo no preto ou no vermelho e o resto que se fodesse. Hoje era o dia do ou vai ou racha. Decidi que não tinha mais idade para merdas de indecisões e que it was either love or bust (não era bem love, nem bust mas a ideia base era essa). Mas gaja que é gaja não manda tudo às urtigas sem um plano, certo? Certo! Não é uma decisão que se tome de ânimo leve ou que se anuncie tipo Natalie Portman no 'Closer': "I don't love you anymore. Goodbye!"

Vai daí, uma gaja bota por escrito tudo o que lhe vai na alma (porque plano que é plano nunca é linear e tem sempre que seguir caminhos envios e escusos). E, digo-vos eu que acho que a maioria do que escrevo nem é lá essas coca-colas, que aquilo estava um primor. Nada Drama Queen. Apenas a ideia geral da coisa, here I am, what you see is what you get, but if you are jerking me around, please don't. Basicamente, o ouve lá, pá, masquesta merda? O que é que tu queres?

Mas plano que é plano tem timings precisos e meticulosos. Aquilo teria que ser enviado a horas certas. Teria que ser precedido de uma sms preparatória (já vos disse que é plano de gaja, não disse? Já repararam que estou a escrever gaja sem 'i', não já?). Sms essa que nós temos a certeza absoluta, sintética e analítica que nunca será respondida. E, a ser, nunca será a nosso favor e será, quando muito, um chuto para canto que nos dará o ânimo para levarmos o sacana do supra-mencionado plano avante.

(O que os homens aprendem neste blog, pá. Eu devia ser paga por tanto que lhes ensino.)

Pois, tudo isso acontece na vida das outras gajas, de certeza, mas eu já referi que eu sou o Coyote, não já? Sms enviada. Faltam menos de 3 minutos para o torpedo ser disparado. Estamos quase naquela parte dos filmes em que toda a gente começa no 10... 9... Cursor em cima do "Enviar"... Sinal de mensagem! WTF? 

Sabem a última resposta do mundo que esperariam? Sabem aquela em que apostariam todo o vosso dinheiro em como nunca seria a que sairia? Pois... Foi essa que recebi... A barra de dinamite que explode na mão do Coiote. 

O texto maravilhoso que escrevi? Está ali guardado nos rascunhos do Gmail à espera do dia em que verá a luz do sol. E eu? Eu estou aqui sentadinha a pensar se existirá uma coisa chamada Destino que nos impede de cometer erros ou se foi apenas o outro Senhor lá em cima a arranjar uma forma de prolongar o seu divertimento por mais um bocadinho...

terça-feira, 29 de março de 2011

A Gerência agradece

Da próxima vez que eu maldisser a minha vida, façam lá o favor de me dar com uma toalha encharcada na tromba.

Et voilá...

Já dei uma de porco-espinho. Já chutei e esperneei. Agora, aguento-me à bomboca que é assim que as meninas birrentas e mimadas aprendem. Não é?

domingo, 27 de março de 2011

Fica para a próxima, sim?

A tal da pega de caras com o passado fica adiada porque houve uma criancinha que comeu a comida do cão.

Sim, se eu um dia faço uma colectânea das desculpas que me dão, fica rica! Milionária!

Eu devia era ter um site e vender desculpas aos senhores que delas precisam. Mas a minha esperteza é limitadita.

À segunda é mais fácil...

Aqui há umas semanas, a perspectiva de uma separação absoluta por 48h assumia proporções de tragédia grega. Desta vez, as 48h estão a acabar e os meus dedos não morrem de vontade de lhe ligar, smsar, mailar... Talvez seja um sintoma de que ele está a conseguir aquilo que eu não sei se será o que ele quer. A morte da minha vontade... 

Daqui a uns tempos, talvez seja por ele que eu esteja a ouvir bandas sonoras de mulheres mortas.

Coisas que me apoquentam - 1

A 2 horas de uma eventual 'pega de caras' com o passado, não consigo decidir se quero ouvir a banda sonora do Hable con Ella ou do English Patient.

Tenho a certeza, no entanto, que Freud explicaria as duas possíveis escolhas: num a gaija está como morta; no outro ela está mesmo morta. Acho que não é preciso um génio da física nuclear nem um psicanalista morto para detectar o padrão...

sexta-feira, 25 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Coisas que me dizem - 11

"Não há falta de homens disponíveis. Temos é que os apanhar em transito!"

Deal with it...


quarta-feira, 23 de março de 2011

And now for something completely different...

Vocês estão em crer que eu fiz isto? E sobrevivi? E fiquei fresca e fofa? E não tropecei em mim mesma?

Pois, até eu duvido, de quando em vez. Mas há fotos e tudo.

Considerando que aqui há um mês quando decidi começar a correr/andar/arrastar-o-tutu, vesti o equipamento, comecei a subir as escadas para ir buscar os ténis, tropecei, cai escadas acima, bati violentamente com a canela no degrau e estive uns 10 minutos sentada no chão convencida que tinha partido a perna (again), indecisa se calçava os sacanas dos ténis ou chamava a outra para me levar ao hospital, para mim é um mistério da fé como é que eu consegui não cair da ponte abaixo no Domingo.

This too shall pass...

Tenho vontade de fazer tanta coisa. Apetece-me, sobretudo, escrever. Tentar por este turbilhão de ideias, de emoções, de sensações na ordem prática das palavras ordenadas em frases e destas em textos. Talvez dessa forma, eu conseguisse encontrar algum nexo no que penso e no que sinto.

Mas depois sento-me. Olho o ecrã vazio e nada sai. Eventualmente, munida de papel e caneta, consigo esboçar algumas ideias. Basicamente, ando perdida em sentimentos quando me queria perdida em pensamentos. Sou escrava de emoções quando o queria ser de palavras. No fundo, ando apenas confusa... 

Porém, como dizia o outro: "Gam zeh ya'avor"...

Coisas que me dizem - 10

(A ver amigos de amigos no Facebook)

"Eu gostava era de saber que é o *******. É giro. Temos amigos em comum. Olha que giro tem um blog! Mas, coitado, deve ser coxinho... Ou assim... Tem muletas..."

terça-feira, 22 de março de 2011

Coisas que me dizem - 9

"Eu vivo da bubida é berdade..."

Sim, com b's que ela começou num tal de vintage às 11 da manhã... Há empregos do camandro!

Coisas que me dizem - 8

"Estou aqui a desenvolver uma tese segundo a qual amar não pode ter pretérito perfeito só imperfeito."

segunda-feira, 21 de março de 2011

Dúvida (im)pertinente 6

You cared longer but I care more?

sábado, 19 de março de 2011

Há dias assim...

Em que, num homem, o ombro é mais importante que a pila. Porém, nos dias assim, descobrimos que o mundo é pródigo em pilas mas sofre de escassez de ombros.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Seriously?! Seriously?!

Há uma cena fabulosa da Anatomia de Grey, logo na 2ª série, em que a Izzie vai sair, pela primeira vez, com o Alex. O encontro corre pessimamente e, como se não bastasse, quando ele a deixa à porta de casa, ela está toda expectante para que ele a beije e ele, em vez disso, vai embora.

Izzie: I had a good time. Really. Thank you. It's the perfect evening. Best date ever. 
Alex: Izzie. 
Izzie: You know I especially like the part where you treated me like crap the entire night. That was fun. 
Alex: I had a good time. 
Izzie: Really? 
Alex: Yeah. (Izzie leans in, hoping...waiting for a goodnight kiss) I gotta go. 
Izzie: Seriously?! Seriously?!

A parte melhor são as conversas dela com os amigos sobre o assunto em que o argumento veemente que ela usa, para que eles entendam a sua posição de frustração, é "I shaved my legs for him!"

O que é um facto é que o argumento pega...

Alex: So, dude. What's the deal with Izzie?
George: She shaved her legs for you.
Alex: And?
George: And you didn't kiss her goodnight.
Patient: She shaved her legs for you and you didn't follow through?

E só Deus sabe porque me lembrei eu disto ontem...

Eu, hoje - Descrição em 5 adjectivos por ordem alfabética

Arranhada, cansada, desidratada, dorida, ensonada.

Não admira que a simples ideia da minha cama, me faça sorrir. 

É que eu preparei-me para um jogo de azar - apesar de não saber qual - mas, afinal, era uma partida de rugby.

Palavras tuas, um sorriso meu - 13

"Ela disse-me que ia ter uma formação em Lisboa e que depois disso tinha um tempinho para ir jantar...eu a fazer-me de difícil disse que "vou ver se dá, não garanto nada", quando no fundo contava todos os minutos que faltavam para vê-la."

quarta-feira, 16 de março de 2011

Game night

Não sei se é noite de apostar no preto ou no vermelho. 
Sei que é noite de jogo e isso devia bastar-me. 
O problema é que eu não sei o que raio vou jogar. 
Mais ainda, não faço puto de ideia a que horas começa a partida.

Como se não bastasse toda essa ausência de informação, dizem-me, consta, correm rumores, que tenho que esperar para saber.
Acho que há pessoas que ainda não perceberam que a paciência não é uma das minhas maiores virtudes. E a pouca que eu tenho, gastaram-na esta tarde.

Temos pena...