domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Voltámos à internacionalização...
Já mencionei que cada vez mais tenho uma raivinha secreta pela globalização? E as low cost? Meretrizes de beira de estrada...
quinta-feira, 31 de março de 2011
Homens, isto é mesmo assim! Se é mau? É! Mas mulher é mesmo assim. Gosta de armar a Puta só porque sim! Lamentamos (not) qualquer incómodo!
Ele - Querida, queres ir jantar fora?
Ela - Sim.
Ele - E vamos aonde?
Ela - Onde quiseres. Escolhe tu...
Ele - Vamos ao Risotto de la esquina.
Ela - Ai... Outra vez?
Ele - Pronto esquece o italiano. Vamos ao sushi.
Ela - Não me apetece peixe crú.
Ele - Chinês?
Ela - Não quero!
Ele - Então queres ir aonde?
Ela - Oh pá... Porque é que eu tenho que decidir sempre tudo? Tu não podes, pelo menos, escolher a porcaria de um restaurante?
Podem-me explicar, fáxavor?
Desde quando me tornei uma pessoa a quem ligam à quinta-feira, à tarde, a dizer que vai haver uma marcha/corrida no Domingo na Ria e a perguntar se vou entrar na dos 4kms?
E, de caminho, podiam-me também dizer desde quando me tornei na pessoa que responde: Na dos 4? Mas não vai ninguém à dos 7?
Eu estou-me a tornar num ser estranho... Muito estranho e que mete muiiiiiiiito medo... Mapling! Dedica-te ao Mapling, Ice Maria!
Vocês já viram os episódios, na certa...
Todos vocês conhecem os episódios do Bip Bip e do Coyote, de certeza. Também não há muita ciência. O Coyote prepara um plano meticuloso, infalível e à prova de bala para apanhar o Bip Bip. Metade do episódio é passado com o Coyote a urdir a armadilha e a outra metade resume-se a barras de dinamite a explodir nas mãos do próprio Coyote.
Ora, eu sou o Coiote! Eu já andava cá desconfiada mas hoje tive a confirmação. Com o pessoal do Kleenex prevenido, decidi que de hoje não passava. Hoje seria o dia em que apostava tudo no preto ou no vermelho e o resto que se fodesse. Hoje era o dia do ou vai ou racha. Decidi que não tinha mais idade para merdas de indecisões e que it was either love or bust (não era bem love, nem bust mas a ideia base era essa). Mas gaja que é gaja não manda tudo às urtigas sem um plano, certo? Certo! Não é uma decisão que se tome de ânimo leve ou que se anuncie tipo Natalie Portman no 'Closer': "I don't love you anymore. Goodbye!"
Vai daí, uma gaja bota por escrito tudo o que lhe vai na alma (porque plano que é plano nunca é linear e tem sempre que seguir caminhos envios e escusos). E, digo-vos eu que acho que a maioria do que escrevo nem é lá essas coca-colas, que aquilo estava um primor. Nada Drama Queen. Apenas a ideia geral da coisa, here I am, what you see is what you get, but if you are jerking me around, please don't. Basicamente, o ouve lá, pá, masquesta merda? O que é que tu queres?
Mas plano que é plano tem timings precisos e meticulosos. Aquilo teria que ser enviado a horas certas. Teria que ser precedido de uma sms preparatória (já vos disse que é plano de gaja, não disse? Já repararam que estou a escrever gaja sem 'i', não já?). Sms essa que nós temos a certeza absoluta, sintética e analítica que nunca será respondida. E, a ser, nunca será a nosso favor e será, quando muito, um chuto para canto que nos dará o ânimo para levarmos o sacana do supra-mencionado plano avante.
(O que os homens aprendem neste blog, pá. Eu devia ser paga por tanto que lhes ensino.)
Pois, tudo isso acontece na vida das outras gajas, de certeza, mas eu já referi que eu sou o Coyote, não já? Sms enviada. Faltam menos de 3 minutos para o torpedo ser disparado. Estamos quase naquela parte dos filmes em que toda a gente começa no 10... 9... Cursor em cima do "Enviar"... Sinal de mensagem! WTF?
Sabem a última resposta do mundo que esperariam? Sabem aquela em que apostariam todo o vosso dinheiro em como nunca seria a que sairia? Pois... Foi essa que recebi... A barra de dinamite que explode na mão do Coiote.
O texto maravilhoso que escrevi? Está ali guardado nos rascunhos do Gmail à espera do dia em que verá a luz do sol. E eu? Eu estou aqui sentadinha a pensar se existirá uma coisa chamada Destino que nos impede de cometer erros ou se foi apenas o outro Senhor lá em cima a arranjar uma forma de prolongar o seu divertimento por mais um bocadinho...
terça-feira, 29 de março de 2011
Et voilá...
Já dei uma de porco-espinho. Já chutei e esperneei. Agora, aguento-me à bomboca que é assim que as meninas birrentas e mimadas aprendem. Não é?
domingo, 27 de março de 2011
Fica para a próxima, sim?
A tal da pega de caras com o passado fica adiada porque houve uma criancinha que comeu a comida do cão.
Sim, se eu um dia faço uma colectânea das desculpas que me dão, fica rica! Milionária!
Eu devia era ter um site e vender desculpas aos senhores que delas precisam. Mas a minha esperteza é limitadita.
À segunda é mais fácil...
Aqui há umas semanas, a perspectiva de uma separação absoluta por 48h assumia proporções de tragédia grega. Desta vez, as 48h estão a acabar e os meus dedos não morrem de vontade de lhe ligar, smsar, mailar... Talvez seja um sintoma de que ele está a conseguir aquilo que eu não sei se será o que ele quer. A morte da minha vontade...
Daqui a uns tempos, talvez seja por ele que eu esteja a ouvir bandas sonoras de mulheres mortas.
Coisas que me apoquentam - 1
A 2 horas de uma eventual 'pega de caras' com o passado, não consigo decidir se quero ouvir a banda sonora do Hable con Ella ou do English Patient.
Tenho a certeza, no entanto, que Freud explicaria as duas possíveis escolhas: num a gaija está como morta; no outro ela está mesmo morta. Acho que não é preciso um génio da física nuclear nem um psicanalista morto para detectar o padrão...
sexta-feira, 25 de março de 2011
Palavras tuas, um sorriso meu - 14
"Saberia, teria plena consciência, como todas temos, que o choro chegaria e me consumiria, mas nada, absolutamente nada me impediria de sentir aqueles braços à minha volta!"
(E as saudades que eu tenho de as ver escrever coisas deste calibre?)
Coisas que me dizem - 12
"Scarlett O'Hara Business School of Management - We'll think about it tomorrow!"
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
And now for something completely different...
Vocês estão em crer que eu fiz isto? E sobrevivi? E fiquei fresca e fofa? E não tropecei em mim mesma?
Pois, até eu duvido, de quando em vez. Mas há fotos e tudo.
Considerando que aqui há um mês quando decidi começar a correr/andar/arrastar-o-tutu, vesti o equipamento, comecei a subir as escadas para ir buscar os ténis, tropecei, cai escadas acima, bati violentamente com a canela no degrau e estive uns 10 minutos sentada no chão convencida que tinha partido a perna (again), indecisa se calçava os sacanas dos ténis ou chamava a outra para me levar ao hospital, para mim é um mistério da fé como é que eu consegui não cair da ponte abaixo no Domingo.
This too shall pass...
Tenho vontade de fazer tanta coisa. Apetece-me, sobretudo, escrever. Tentar por este turbilhão de ideias, de emoções, de sensações na ordem prática das palavras ordenadas em frases e destas em textos. Talvez dessa forma, eu conseguisse encontrar algum nexo no que penso e no que sinto.
Mas depois sento-me. Olho o ecrã vazio e nada sai. Eventualmente, munida de papel e caneta, consigo esboçar algumas ideias. Basicamente, ando perdida em sentimentos quando me queria perdida em pensamentos. Sou escrava de emoções quando o queria ser de palavras. No fundo, ando apenas confusa...
Porém, como dizia o outro: "Gam zeh ya'avor"...
Coisas que me dizem - 10
(A ver amigos de amigos no Facebook)
"Eu gostava era de saber que é o *******. É giro. Temos amigos em comum. Olha que giro tem um blog! Mas, coitado, deve ser coxinho... Ou assim... Tem muletas..."
terça-feira, 22 de março de 2011
Coisas que me dizem - 9
"Eu vivo da bubida é berdade..."
Sim, com b's que ela começou num tal de vintage às 11 da manhã... Há empregos do camandro!
Coisas que me dizem - 8
"Estou aqui a desenvolver uma tese segundo a qual amar não pode ter pretérito perfeito só imperfeito."
Subscrever:
Mensagens (Atom)













