quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Hoje, menti ao Picolé com os dentes todos
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Palavras tuas, um sorriso meu - 8
Sim, esclareçamos...
Se o Luis Vaz...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
As regras existem por algum motivo
A minha amiga...
A linha da Sephora*
Dating Game 2
E, como em tudo na vida, se há a parte preferida também existe aquela que menos gostamos, certo?
O after. Decididamente, o after! Não é o imediatamente após. Não. Essa parte é gira. O recapitular. O sorrir. O relembrar…
Mas depois, tal como acontece com uma grande bebedeira, vem o day after. E a sensação de… Eu bem tento encontrar uma expressão em português para a sensação mas não consigo. Só consigo pensar na palavra em inglês. A sensação de akwardness. E eu detesto a sensação de akwardness. É que eu não sou grande espingarda a pensar antes de falar. E nestes momentos, acho sempre que talvez seja melhor medir as palavras. Talvez, à cautela, seja melhor evitar dizer a primeira coisa que me venha à cabeça. O que, se já em dias normais, não é lá essas coca-colas, em dias em que me dói a ponta dos cabelos, assume proporções de tragédia grega.
Não, eu não gosto dos days afters aos big dates. Nós podemos conhecer a pessoa há anos. Podemos saber tudo da sua vida. Podemos conhecer cada recanto da sua alma. Ponham essas duas pessoas num encontro e, no dia a seguir, dá cagada, de certezinha. Podem falar todos os dias, várias vezes ao dia, no day after não sabem se devem falar ou do que devem falar. Hesitam, engonham, falam do tempo.
Nop… Eu não gosto dos days after. Tal como na ressaca de uma noite de copos, o sol mostra-nos que, apesar de na noite anterior termos sido rainhas, princesas, deusas, quando o dia nasce somos apenas todos humanos. Frágeis, vulneráveis e, acima de tudo, com uma capacidade monstruosa de errar.
Vou só ali beber mais 5 cafés...
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Dating game
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Óhhhh Sousa!!!!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Depois de privar com estes amigos...
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Coisas de que eu tenho a certezinha
Blá, blá, blá...
Filosofia... É para estudar Filosofia. Não é Economia...
BASIC REASON FOR RECESSION in WEST..!!
A naked and drunken woman boards a cab in New York one night.
The Indian driver keeps staring and does not start the cab.
Woman:
Haven't you ever seen a naked woman before.??
Indian Driver:
I am not staring at you lady..... just wondering where you kept money to pay me..!!!
Moral:
That is what most of the American and European Banks failed to do.
i.e. Assessing repayment capacity before enjoying exposure..!!
You all gonna excuse my french, ok?
Do Egipto
Será caso de bipolaridade? Minha? Ou dos outros?
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Poema XX: Se este não é um dos mais bonitos poemas de amor do mundo, eu não entendo nada de poesia
Escribir, por ejemplo: «La noche está estrellada,
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos.»
El viento de la noche gira en el cielo y canta.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Yo la quise, y a veces ella también me quiso.
En las noches como ésta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo el cielo infinito.
Ella me quiso, a veces yo también la quería.
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.
Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.
Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche está estrellada y ella no está conmigo.
Eso es todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos.
Mi alma no se contenta con haberla perdido.
Como para acercarla mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.
La misma noche que hace blanquear los mismos árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos.
Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.
De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.
Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.
Porque en noches como ésta la tuve entre mis brazos,
Mi alma no se contenta con haberla perdido.
Aunque éste sea el último dolor que ella me causa,
y éstos sean los últimos versos que yo le escribo."
A propósito de um convite que recebi no meu mail...
sábado, 29 de janeiro de 2011
Cenas de uma vida
Estado em que também se encontra este blog
Estado em que se encontra este blog
A única verdade absoluta no mundo, é esta...
Ao desconcerto do Mundo Os bons vi sempre passar No Mundo graves tormentos; E pera mais me espantar, Os maus vi sempre nadar Em mar de contentamentos. Cuidando alcançar assim O bem tão mal ordenado, Fui mau, mas fui castigado. Assim que, só pera mim, Anda o Mundo concertado. Luís de Camões
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Trabalhos de Casa 13
Trabalhos de Casa 12
Dia dos Namorados
Mas vocês ainda não sabem que eu quando entro no mundo de um destes gaijitos, depois fico lá presa uns tempos? E mesmo assim deixam-me ir por esse caminho?
"Amamos sempre no que temos
O que não temos quando amamos.
O barco pára, largo os remos
E, um a outro,as mãos nos damos.
A quem dou as mãos?
À Outra.
Teus beijos são de mel de boca,
São os que sempre pensei dar,
E agora a minha boca toca
A boca que eu sonhei beijar.
De quem é a boca?
Da Outra.
O remos já caíram na água,
O barco faz o que a água quer.
Meus braços vingam minha mágoa
No abraço quie enfim podem ter.
Quem abraço?
A Outra.
Bem sei, és bela, és quem desejei..
Não deixe a vida que eu deseje
Mais que o que pode ser teu beijo
E poder ser eu que te beije.
Beijo, e em quem penso?
Na Outra.
Os remos vão perdidos já,
O barco vai e não sei para onde.
Que fresco o teu sorriso está,
Ah, meu amor, e o que ele esconde!
Que é do sorriso
Da Outra?
Ah, talvez, mortos ambos nós,
Num outro rio sem lugar
Em outro barco outra vez sós
Possamos nós recomeçar
Que talvez sejas
A Outra.
Mas não, nem onde essa paisagem
É sob eterna luz eterna
Te acharei mais que alguém na viagem
Que amei com ansiedade terna
Por ser parecida
Com a Outra.
Ah, por ora, idos remos e rumo,
Dá-me as mãos, a boca, o teu ser.
E façamos desta hora um resumo
Do que não poderemos ter.
Nesta hora, a única
Sê a Outra."
Carta de Fernando Pessoa a Ofélia Queiroz (e, daqui a bocado, já explico porquê)
Ophéliazinha:
Se prefere a mim o rapaz que namora, e de quem naturalmente gosta muito, como lhe posso eu levar isso a mal? A Opheliazinha pode preferir quem quiser: não tem obrigação - creio eu - de amar-me, nem, realmente necessidade (a não ser que queira divertir-se) de fingir que me ama.
Quem ama verdadeiramente não escreve cartas que parecem requerimentos de advogado. O amor não estuda tanto as cousas, nem trata os outros como réus que é preciso « entalar » .
Porque não é franca comigo? Que empenho tem em fazer sofrer quem não lhe fez mal - nem a si, nem a ninguém-, e quem tem por peso e dor bastante a própria vida isolada e triste, e não precisa de que lh'a venham acrescentar creando-lhe esperanças falsas, mostrando-lhe afeições fingidas e isto sem que se perceba com que interesse, mesmo de divertimento, ou com que proveito, mesmo de troça.
Reconheço que tudo isto é cômico, e que a parte mais cômica d'isto tudo sou eu.
Eu-proprio acharia graça, se não a amasse tanto, e se tivesse tempo para pensar em outra cousa que não fosse não fosse no sofrimento que tem prazer em causar-me sem que eu, a não ser por amá-la, o tenha merecido, e creio bem que amá-la não é razão bastante para o merecer. Enfim…
Ahi fica o "documento escrito" que me pede. Reconhece a minha assinatura o tabelião Eugenio Silva.
Ahhhh... Se tivesse sido enforcado, estava tudo nos conformes. Compreendi...
Já mudávamos de tema, não?
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Coisas que me dizem - 2
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Psiuuuu
E depois da nossa última conversinha
Ora, lá está o que é
Eu podia tecer profundas considerações acerca do frio
domingo, 23 de janeiro de 2011
Alguém me ensina como não matar um Picolé em 3 passos simples...
Se eu escrevesse tão bem neste blog como escrevo noutras situações...
Dúvida (im)pertinente 4
Pensamento da amoxicilina das 5 da manhã
Este não era para casar...
sábado, 22 de janeiro de 2011
Querem falar de agendas?
Palavras tuas, um sorriso meu - 7
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Palavras tuas, um sorriso meu - 6
Ponha o dedo no ar - 5
Trabalhos de Casa 11
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Lá diz o ditado antigo...
As mulheres são bicharocos muito estranhos
... But somebody's gotta do it
Palavras tuas, um sorriso meu - 5
Um grande filme, uma música com uma letra bem verdadeira
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Estou quase, quase a terminar a árvore blogosférico-genealógica da autora deste blog
Palavras tuas, um sorriso meu - 4
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Hello Kitty, já reparaste?
Post de gaija
Palavras tuas, um sorriso meu - 3
É que não sei mesmo...
Vamos lá a ver se a gente se entende...
domingo, 16 de janeiro de 2011
Dúvida (im)pertinente 3
O meu fim-de-semana só teve um dia, hoje
Efeito borboleta
Sorry seems to be the hardest word...
Nenhuma perfeição se lhe assemelha
sábado, 15 de janeiro de 2011
"E tens de lutar, mãe. E não podes ter medo, mãe."
De repente, tudo volta a encaixar no sitio
Palavras tuas, um sorriso meu - 2
Afinal, ainda há esperança...
Coisas que me refornicam - 2
Ainda bem que tenho noções de Astrologia
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Post ordinário. Pessoas sensíveis e/ou púdicas e/ou com bom gosto: ide à vossa vidinha*
É isto, porra
E ainda aposto com vocês
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Vocês estão em crer?
"Fornique-se! Tu andas a fazer uns erros de casting do pénis!"*
*Isto era mesmo com as palavrinhas vernaculares todinhas















































